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Moraes pede explicações sobre ‘agenda diplomática’ de assessor de Trump que irá visitar Bolsonaro

Defesa do ex-presidente pediu mudança de data na visita de Darren Beattie por causa de outros compromissos

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 mar 2026, 11h50 • Atualizado em 12 mar 2026, 12h16
  • O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pediu ao Ministério das Relações Exteriores explicações sobre o assessor do presidente americano Donald Trump que virá visitar Jair Bolsonaro na prisão. O ministro já havia autorizado o encontro entre os dois, mas a defesa do ex-presidente pediu para trocar a data por conta de uma “agenda diplomática” que Darren Beatie terá no Brasil.

    Moraes pediu explicações sobre qual agenda é essa. “Solicito ao ministro das Relações Exteriores informações sobre a existência de agenda diplomática de Darren Beattie, atual Senior Advisor for Brazil Policy do Departamento de Estado dos Estados Unidos da América e eventual pedido de visitação a Jair Messias Bolsonaro”. A visita autorizada por Moraes seria no dia 18 de março, quarta-feira da semana que vem, no período da manhã.

    Beattie ocupa o cargo de assessor sênior de políticas para o Brasil, que está dentro do Departamento de Estado chefiado por Marco Rubio. Tanto o assessor quanto o seu chefe são críticos à atuação de Moraes na condução do caso do Golpe de Estado. Beattie já disse que o ministro é o “principal arquiteto da censura e perseguição a Bolsonaro”.

    É importante lembrar que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, trabalhou pela imposição de sanções a autoridades brasileiras em troca da inocência do pai no caso do Golpe. Ele contou com o apoio do influenciador Paulo Figueiredo, ao lado de quem responde a uma ação criminal no STF por conta do episódio. Os dois vivem nos EUA. Na época, Moraes foi pessoalmente atingido por meio da sua inclusão na lista de sancionados pela Lei Magnitsky. Apesar dessa medida ter sido revertida, há rumores de que ela possa voltar.

    Além disso, Trump voltou a levantar a possibilidade de classificar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital, o PCC, como organizações terroristas. Isso permitiria uma eventual intromissão do governo americano na soberania brasileira.

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