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Lula mantém popularidade, mas perde terreno entre eleitores independentes

Repercussão da ação policial no Rio de Janeiro interrompe melhora na imagem do presidente da República

Por Daniel Pereira 12 nov 2025, 07h00 • Atualizado em 12 nov 2025, 09h49
  • Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 12, mostra estabilidade na popularidade do governo Lula, com pequeno crescimento do índice de rejeição, ocorrido dentro da margem de erro.

    Segundo o levantamento, a desaprovação ao governo passou de 49% em outubro para 50% em novembro, enquanto a aprovação caiu de 48% para 47%. A diferença, que era de um ponto, agora é de três pontos, o que ainda configura uma situação de empate.

    Entre os eleitores considerados independentes, a situação do presidente piorou. Entre outubro e novembro, o percentual de desaprovação saltou de 48% para 52%. Já o de aprovação caiu de 46% para 43%. O saldo negativo nesse recorte do eleitorado, que era de dois pontos, agora é de nove pontos.

    O curioso é que a imagem do governo melhorou entre eleitores que se declaram bolsonaristas, com a desaprovação caindo de 89% para 83%, e a aprovação passando de 9% para 14%.

    Quadro estável

    Entre outubro e novembro, a avaliação negativa do governo oscilou de 37% para 38%, e a positiva de 33% para 31%, ambos os movimentos dentro da margem de erro. Situação parecida ocorreu quando a Genial/Quaest fez perguntas específicas sobre Lula.

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    Em novembro, 49% disseram que o presidente não é bem intencionado, e 44% responderam o contrário. Em outubro, havia empate entre os dois grupos, em 47%. Para 63%, o presidente não tem conseguido cumprir as metas de campanha, o mesmo percentual de outubro.

    Interrupção

    Desde maio, a desaprovação ao governo vinha caindo graças à queda no preço dos alimentos e à resposta de Lula ao tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o objetivo, entre outros, de livrar Jair Bolsonaro de uma condenação por tentativa de golpe decretada pelo Supremo Tribunal Federal.

    Entre outubro e novembro, o fato novo no noticiário foi a operação policial realizada no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, que resultou na morte de 121 pessoas. A ação devolveu a questão da segurança pública, um ponto de fragilidade da gestão Lula, ao centro do debate político.

    De acordo com a Genial/Quaest, a avaliação do governo federal na área da segurança pública é considerada positiva por 26%, regular por 36% e negativa por 34%. Já a atuação dos governadores nessa seara é um pouco melhor: 35% de positivo, 35% de regular e 27% de negativo.

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