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Lula indica Jorge Messias para ser ministro do STF

Advogado-geral da União ocupará cadeira deixada pela aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Anna Satie Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 nov 2025, 13h03 • Atualizado em 21 nov 2025, 07h42
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou nesta quinta-feira, 20, o advogado-geral da União, Jorge Messias, para ser ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele ocupará a cadeira que foi deixada pela aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso. Messias esteve reunido com o presidente durante a manhã no Palácio do Planalto.

    O nome do AGU já vinha sendo cotado como favorito para a cadeira na mais alta Corte do país e havia fortes rumores de que ele seria o nome escolhido pelo petista. Messias foi chefe de assuntos jurídicos de Dilma Roussef (ele é mensageiro chamado de “Bessias” em um grampo telefônico obtido ilegalmente pela Lava-Jato) e integra o círculo de confiança do governo federal. Na função de AGU, ele ganhou ainda mais espaço no Planalto, principalmente pelas suas ações em defesa da democracia e contra a disseminação de notícias falsas.

    A cadeira de AGU já foi ocupada por outros ministros do STF, como Gilmar Mendes, Dias Toffoli e André Mendonça. Messias já havia sido cotado em 2023, para as vagas que foram deixadas pelas aposentadorias de Ricardo Lewandowski e Rosa Weber. Em ambas as ocasiões, foi preterido em favor de Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula na Lava Jato, e de Flávio Dino, ex-ministro da Justiça, respectivamente.

    Fator confiança

    A escolha do nome de Messias para a cadeira de Barroso mostra que o critério da confiança foi o preponderante para a tomada de decisão do presidente. Havia uma forte pressão dos movimentos sociais pelo nome de uma mulher negra, e também do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), pelo nome de Rodrigo Pacheco, seu antecessor na cadeira. Lula, no entanto, tem outros planos para o aliado — ele prefere o senador disputando o governo de Minas em 2026, estado-chave para vencer as eleições presidenciais.

    A experiência com as grandes investigações que miraram os últimos governos (Mensalão, Lava Jato, caso do golpe de estado) acenderam um alerta na classe política sobre o poder do Supremo Tribunal Federal (STF) no futuro dos governos. Por isso, além dos requisitos constitucionais (idade mínima de 35 anos, notório saber jurídico e reputação ilibada), os presidentes da República também passaram a levar em consideração como os seus indicados poderiam votar em casos sensíveis, com o potencial de influenciar o xadrez político.

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