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Lula diz que fará documento para cobrar ações de paz dos EUA, da China e da Rússia

Presidente brasileiro acusa os países-membro do Conselho de Segurança da ONU de serem os maiores responsáveis pelas guerras contemporâneas

Por Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 mar 2026, 10h21 • Atualizado em 20 mar 2026, 10h57
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que vai chamar a atenção dos cinco países-membros do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) na próxima semana por suas atividades bélicas que, segundo ele, fazem o mundo viver o período de maior conflito armado desde a Segunda Guerra Mundial. O petista argumenta que Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França são os maiores responsáveis pelos atuais conflitos globais.

    “Eu estou fazendo um artigo esta semana, cobrando os cinco membros do Conselho de Segurança da ONU, Xi Jinping [da China], [Donald] Trump [dos Estados Unidos], [Vladimir] Putin [da Rússia], o Reino Unido e França. O Conselho de Segurança foi feito para ter responsabilidade e manter segurança no mundo, mas são os cinco que estão fazendo guerra. Eles produzem mais armas, vendem mais armas, participam mais de conflitos, e quem paga o preço são os pobres. No ano passado, gastaram 2,7 trilhões de dólares em armas. Quanto gastaram em comida? Quanto gastaram em educação? Quanto gastaram para acabar com [a situação das] pessoas que estão refugiadas, vítimas de guerras insanas? Nós temos, neste ano, o período de maior conflito armado depois da Segunda Guerra Mundial, quando a gente deveria estar em paz. Paz é o que o mundo precisa”, declarou Lula.

    A fala do presidente brasileiro foi feita no sindicato dos metalúrgicos de São Paulo no final da noite da quinta-feira, 19, durante evento de lançamento da pré-candidatura de Fernando Haddad (PT-SP) ao governo do estado. Os dois nacionalizaram seus discursos e afirmaram que o país passa por um momento de luta pela democracia e contra o fascismo, o que, para Lula, se tornou uma questão internacional também.

    “Eu vou ser candidato, sim [à Presidência da República em 2026]! Enquanto esse jovem com 80 primaveras, mas energia de 30, estiver vivo, a extrema-direita não volta mais a governar [o Brasil]. E, agora, a nossa briga não é só interna, não, nossa briga é internacional (…)”, começou Lula. “Esta não é uma eleição normal. É uma eleição da democracia contra o fascismo, da liberdade contra a opressão, da liberdade de imprensa contra a mentira. Preparem-se, porque esta luta não é minha, nem do Haddad, nem do Alckmin, essa luta é de vocês”, completou.

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