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Isenção do Imposto de Renda não é sentida pela maioria dos brasileiros, diz pesquisa

Benefício começou a valer em janeiro e já acabou com o desconto em folha do pagamento feito nos primeiros dias de fevereiro

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 fev 2026, 18h16 • Atualizado em 12 fev 2026, 18h23
  • Um levantamento divulgado nesta quinta-feira, 12, pela Genial/Quaest mostra que a maioria dos brasileiros (67%) ainda não se sentiu beneficiada pela isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5.000 reais por mês — medida que é uma das grandes apostas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para aumentar a sua popularidade e garantir o bom desempenho nas urnas em outubro. Ele tentará seu quarto mandato presidencial por meio da segunda reeleição.

    A isenção entrou em vigor no dia 1° de janeiro, ou seja, quem ganha até 5.000 reais brutos já deixou de ter o desconto na folha de pagamento do salário pago no começo de fevereiro. Antes disso, a isenção era só para quem ganhava até 2.428,80 reais. Quem ganhasse mais de 4.664,69 reais já entrava na alíquota mais alta, de 27,5% — ou seja, na prática, quem ganhava 5.000 reais brutos tinha um desconto de mais de novecentos reais na conta.

    Apesar da alta expectativa do governo de que a isenção do IR fosse catapultar a sua popularidade, a pesquisa mostra que os efeitos ainda não foram sentidos pela população. Em outubro do ano passado, antes de entrar em vigor, 61% dos entrevistados disseram que seriam beneficiados com a medida. Agora, em fevereiro, 67% responderam que não se sentiram contemplados pela isenção. A região em que o índice fica mais dramático é justamente um dos redutos eleitorais do PT: 74% dos nordestinos disseram que não foram contemplados com a isenção.

    Outro ponto da pesquisa questionou os entrevistados sobre o impacto da isenção do IR no orçamento. Metade dos entrevistados disse que “não sentiu diferença” com a isenção, 32% disseram que a renda aumentou, mas não muito, e apenas 15% afirmaram que a renda aumentou significativamente.

    O levantamento divulgado nesta quinta ouviu 2.004 pessoas entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para cima ou para baixo.

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