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Josué Gomes declara apoio a Alckmin, mas não fala sobre convite para vice

O empresário publicou artigo em jornal para defender o apoio do Centrão ao candidato do PSDB sem fazer menção a uma eventual composição da chapa

Por Da Redação
25 jul 2018, 09h12 • Atualizado em 25 jul 2018, 09h25
  • Em meio a uma indefinição sobre ser ou não candidato a vice-presidente, o empresário Josué Gomes da Silva (PR) anunciou o apoio à pré-candidatura do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) para as eleições de 2018, em um artigo publicado nesta quinta-feira no jornal Folha de S.Paulo. Com isso, Josué, que tem longa relação com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), firma sua aproximação com o PSDB, independente de ocupar ou não a vaga na chapa do tucano.

    “Pelo que já fez e demonstrou em termos de liderança, sobriedade, capacidade de dialogar e de gerenciar bem em plena crise, Geraldo Alckmin reúne todos os requisitos para cumprir a complexa missão que se coloca”, escreveu o empresário, atual presidente do grupo Coteminas e filho de José Alencar (PRB), morto em 2011 e vice durante os dois governos de Lula.

    Gomes é filiado ao PR, um dos partidos que integram o chamado Centrão (ao lado de DEM, PP, PRB e Solidariedade) e que decidiram, na semana passada, apoiar a candidatura de Alckmin. O empresário, indicado pelas legendas para ser o vice do candidato do PSDB, elogiou a decisão. “O perfil de Geraldo Alckmin não deixa dúvidas. Aplaudo os partidos que tomaram a acertada decisão de apoiar sua candidatura. Definitivamente, não é hora de apostar em aventuras e ‘salvadores da pátria'”.

    “Sua capacidade está expressa na gestão do mais populoso estado do Brasil, no qual as contas estão equilibradas e os salários, em dia. A responsabilidade fiscal é marca forte de seu modelo administrativo, o que garante, mesmo em meio à crise nacional, um fôlego para os investimentos públicos”, conclui, sem fazer qualquer menção a uma eventual participação na chapa.

    Nesta quarta-feira, informações desencontradas foram ditas por aliados a respeito da resposta que Josué dará ao convite. Pessoas ligadas a Alckmin afirmaram que o ex-governador de São Paulo foi avisado pelo empresário de que a decisão será negativa, mas, pouco tempo depois, o PR divulgou nota para negar qualquer decisão do executivo.

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    Ligação com o PT

    A entrada de Josué na vida pública, em 2014, foi diretamente associada a relação que ele e o seu pai tinham com o PT e com o ex-presidente Lula. Foi por meio de uma coligação com o PT que ele disputou a sua primeira eleição, quando concorreu pelo MDB e ficou em segundo lugar por uma vaga no Senado, derrotado pelo tucano Antonio Anastasia. Para governador, Gomes apoiou a vitória de Fernando Pimentel (PT).

    Aliás, o empresário ainda está cotado para acabar como vice na chapa de Pimentel à reeleição neste ano, hipótese que fica consideravelmente mais distante depois da manifestação de apoio dele à candidatura de Alckmin. Se decidir aceitar ser candidato junto com o tucano, o que deverá ser decidido até o final do dia, já que o ato do Centrão com o PSDB está previsto para a manhã de quinta-feira (26), ele vai frustrar os planos da presidente do PT, a senadora Gleisi Hoffmann.

    Depois das notícias que o empresário fecharia com Alckmin, Gleisi veio à público dizer que atuaria para reverter a decisão, já que Josué teria prometido a ela que só estaria em uma chapa se fosse a de Lula.

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