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Governo e Alcolumbre negam negociação de cargos para pacificar relação

Relação passa por momento difícil depois que Lula indicou o AGU, Jorge Messias, pra a vaga em aberto do STF, e não o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG)

Por Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 nov 2025, 19h59 • Atualizado em 1 dez 2025, 08h08
  • O governo Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), emitiram notas neste domingo, 30, negando que estejam negociando cargos em nome de uma tentada paz após o parlamentar declarar fim do relacionamento institucional com o governo por causa da indicação ao Supremo Tribunal Federal.

    A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais do governo, Gleisi Hoffmann, ainda elogiou Alcolumbre na texto, afirmando respeitá-lo e reconhecer os esforços que ele desenvolveu desde que assumiu o comando do Congresso Nacional. “Jamais consideraríamos rebaixar a relação institucional com o presidente do Senado a qualquer espécie de fisiologismo ou negociações de cargos e emendas. O governo repele tais insinuações, da mesma forma que fez o presidente do Senado em nota na data de hoje, por serem ofensivas à verdade, a ambas as instituições e a seus dirigentes”, disse.

    Já Alcolumbre aproveitou o espaço de sua nota pra criticar o governo Lula: “É nítida a tentativa de setores do Executivo de criar a falsa impressão, perante a sociedade, de que divergências entre os Poderes são resolvidas por ajuste de interesse fisiológico, com cargos e emendas. Isso é ofensivo não apenas ao Presidente do Congresso Nacional, mas a todo o Poder Legislativo (…) trata-se de um método antigo de desqualificar quem diverge de uma ideia ou de um interesse de ocasião”.

    O clima “bélico” entre o governo e o Senado começou após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicar o advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga em aberto do STF e contrariando a vontade de Alcolumbre, que gostaria de ver o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), seu aliado, indicado para o posto.

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