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Governistas minimizam atos bolsonaristas e falam em fraqueza de Flávio: ‘Fracasso total’

Parlamentares citaram estimativas de público da USP para apontar situação eleitoral da oposição

Por Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 mar 2026, 09h38 • Atualizado em 2 mar 2026, 10h29
  • Parlamentares governistas minimizaram o tamanho e o impacto dos atos bolsonaristas realizados no último domingo em mais de vinte cidades brasileiras, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Eles também associaram o pequeno quantitativo de público em diversas cidades a uma citada fraqueza eleitoral do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato a presidente da República.

    O ex-líder do PT na Câmara deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) chegou a citar os números estimados de público em São Paulo, de 20.400 pessoas em horário de pico, segundo metodologia da USP, como apontado por VEJA, e de menos de 5.000 no Rio de Janeiro para afirmar que foram atos esvaziados, comparados a outros grandiosos já feitos por Jair Bolsonaro no passado. “Fracasso total! Os primeiros atos bolsonaristas depois do lançamento da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro escancararam um movimento em queda livre. No ano passado, falavam em 50.000 pessoas. Agora, no Rio de Janeiro, não chegaram a 5.000. Em São Paulo, em torno de 20.000: um dos menores atos bolsonaristas dos últimos tempos. Foi um fracasso evidente e uma vergonha para quem tentava vender força. Flávio começa sua pré-campanha menor do que esperava, sem conseguir mobilizar nem a própria base”, escreveu o parlamentar.

    E foi além: “Não foi só o tamanho que chamou atenção. Foi a falta de entusiasmo. O discurso de Flávio Bolsonaro foi frio, sem energia, sem verdade e sem capacidade de empolgar. Parecia um candidato sem confiança no que dizia. Faltou carisma e sobraram mentiras. Sua pré-candidatura começa com o peso da desconfiança e com a sensação de que não há nada de novo para apresentar além de ataques e ressentimento”.

    Já o deputado Rogério Correia (PT-MG) citou o que chamou de “fracasso numérico das manifestações da extrema direita”, mas disse que o que chamou mais a sua atenção foi a pauta: “Nenhuma solidariedade ao povo mineiro e nenhuma pauta visando melhorar a vida do povo. Apenas golpe e liberdade para golpistas e bandidos”.

    O novo líder do PT na Câmara, deputado Pedro Uczai (PT-SC), seguiu na mesma linha dos colegas e afirmou que a oposição bolsonarista passou vergonha. “Mais uma vez, a extrema direita passa vergonha em todo o Brasil com atos esvaziados. Esse cenário mostra que o povo já cansou das mentiras e do ódio espalhado pelos bolsonaristas. O povo brasileiro quer o básico que foi negado por tanto tempo: comida no prato, emprego, dinheiro no bolso, qualidade de vida. E é por isso que [o povo] está ao lado de Lula, porque sabe que é possível construir um país mais justo, com dignidade para todos”, escreveu.

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