Flávio critica Lula e defende classificar facções criminosas como terroristas
Filho de Bolsonaro diz que, se fosse presidente, Brasil já estaria assinando acordo de cooperação para prender marginais e libertar o povo
Em agenda de pré-campanha em João Pessoa, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República pelo PL, criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu adversário nas urnas, e afirmou que, se for eleito, classificará facções criminosas como organizações terroristas.
“Se eu fosse o presidente da República, facções já tinham sido declaradas como terroristas e o Brasil estaria assinando acordo de cooperação para prender esses marginais e libertar o povo”, disse Flávio.
O filho de Jair Bolsonaro aproveitou para criticar a postura de Lula em relação ao tema. “Ele [Lula] tinha que ter combatido de verdade as organizações criminosas que passaram a ser transnacionais e ele fica com essa mentira de que o Trump vai intervir no Brasil. Ele acha que o Trump vai fazer igual fez com o Nicolás Maduro, vai pegar o Lula e vai levar pra Washington. Isso não existe, isso não está na mesa. É uma tentativa de implementar o terror no povo brasileiro porque ele é incompetente”.
A fala de Flávio ocorre na esteira da possibilidade de o governo Trump classificar o PCC e o CV como organizações terroristas.
Na avaliação do governo Lula, a iniciativa poderia representar uma ameaça à soberania nacional. Por isso, o petista pediu que o assunto fosse tratado com cautela por seus auxiliares.





