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Favorito ao governo de MG pela direita, Cleitinho defende medida do governo Lula

Senador do Republicanos elogiou o programa Gás do Povo, que teve votos contrários de bolsonaristas

Por Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 fev 2026, 16h17 • Atualizado em 5 fev 2026, 16h46
  • O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), que aparece liderando as pesquisas de intenção de voto para o governo de Minas Gerais, se consolidando como um dos principais nomes da direita no estado, fez uma defesa pública do programa Gás do Povo, proposto pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    “Se político tem auxílio-moradia, auxílio-alimentação, auxílio-paletó e auxílio-saúde, por que o povo não pode ter o auxílio-gás?”, questionou o parlamentar na rede social X. Além do texto, ele também publicou um vídeo do discurso que ele fez no plenário do Senado em defesa do projeto lulista (assista abaixo).

    “Enquanto os Três Poderes continuarem tendo privilégios de auxílios, como auxílio moradia, verba indenizatória de alimentação — eu posso ir a um restaurante chique ali, jantar com a parceirada, com os amigos, e o povo me indenizar. E por que eu não posso votar a favor do povo com o auxílio gás. Por que eu não posso?”, começa o senador no discurso.

    O questionamento foi feito em resposta aos parlamentares bolsonaristas e de oposição que votaram contra o projeto, como o colega e conterrâneo de Cleitinho, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) — que disse que o programa complica o que já existia e questionou a redução da pobreza no país. “Óbvio que votei contra o projeto ‘Gás do Povo’, do Lula, porque sou a favor do ‘Gás dos Brasileiros’, um programa que já existe e que o Lula quer complicar (…). Se a pobreza caiu como o Lula diz, por que 50 milhões de brasileiros ainda dependem de gás ‘gratuito’ pra cozinhar?”, argumentou Ferreira.

    Ainda assim, Cleitinho insistiu: “Eu não posso, na hora que chega um benefício para o povo, poder ajudar o povo, porque é [um projeto] do governo Lula? Que se exploda! Poderia ser qualquer governo, o Bolsonaro, o Ciro [Gomes], a Simone [Tebet]. Eu não quero saber se foi o Lula, até porque não vai ser o Lula que paga. Quem vai pagar é o povo (…). Aqui a gente tem até plano de saúde vitalício. Que moral eu tenho para falar alguma coisa [contra] quando vem um benefício para o povo? Jamais vou votar contra o povo”, declarou.

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