Fachin pede ajustes e devolve delação de Funaro à PGR
Doleiro é testemunha-chave em processos que envolvem o ex-deputado Eduardo Cunha e ministros do governo Michel Temer
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin devolveu nesta quarta-feira à Procuradoria-Geral da República (PGR) a delação premiada do doleiro Lúcio Bolonha Funaro. Fachin pediu que ajustes sejam feitos no acordo, que chegou nesta terça-feira à Corte para homologação. Como o acordo está em segredo de Justiça, os detalhes da decisão não foram divulgados.
Funaro é citado em três investigações da Polícia Federal (PF), todas sob a responsabilidade da Justiça Federal em Brasília – Greenfield, Cui Bono? e Sépsis. Na última, ele se tornou réu, ao lado do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por fraudes no Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS). Ao todo, as investigações envolvem fundos de pensão de empresas públicas do país, como Funcef (Caixa), Petros (Petrobras), Previ (Banco do Brasil) e Postalis (Correios). O empresário também foi citado nas delações da JBS.
Ele é testemunha-chave em processos que envolvem o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e os ex-ministros Henrique Eduardo Alves e Geddel Vieira Lima. Acredita-se que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, também utilizará as informações reveladas por Funaro para embasar uma segunda denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB).
(Com Agência Brasil)
Trump desafia médicos, minimiza sinais da idade e transforma sua saúde em questão política
Ex-mulher de Roberto Carlos defende cantor após críticas
Mega da Virada: de onde saíram os seis bilhetes vencedores, incluindo as apostas via internet
Com aposta em ’13’ e ’22’, Bolsonaro e irmão acertam na quadra da Mega da Virada
Sem comentar operação da CIA, Maduro diz que está ‘pronto’ para negociar acordo com Trump







