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Enquanto Donald Trump pressiona o Brasil, Lula e o PT se aproximam mais da China

Relação com gigante asiático, rival dos Estados Unidos, é considerada estratégica pelo governo nos campos político e econômico

Por Hugo Marques Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 21 set 2025, 21h57 •
  • Enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pressiona o Brasil com um tarifaço e a aplicação da Lei Magnitsky, a fim de salvar a pele do aliado Jair Bolsonaro, o presidente Lula, o Instituto Lula e o PT estreitam as relações com a China de Xi Jinping, adversária dos EUA.

    Há poucos dias, a Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, recebeu junto com o Instituto Lula representantes do Instituto de Estudos Internacionais de Xangai para um diálogo sobre o cenário político internacional. O Instituto dedica-se a contribuir para o processo de modernização da China. Entre os temas tratados, destacaram-se as sanções que o governo Trump impuseram ao Brasil.

    Também foram discutidas as condições impostas pelos EUA para recuarem das tarifas de 50% sobre as exportações brasileiras. Entre elas, o fim do processo judicial contra Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa golpe de Estado e outros quatro crimes, incluindo organização criminosa armada.

    A China é hoje o principal parceiro comercial do Brasil e responde por 28% das exportações brasileiras. Sob a influência do assessor especial Celso Amorim, Lula sempre considerou fundamental um fortalecimento das relações com o país asiático. Ao assumir o terceiro mandato, ele vistou a China acompanhado de uma comitiva de empresários, governadores, ministros e parlamentares.

    Hoje, o fortalecimento da relação bilateral entre os dois países é uma das principais missões do chefe da Casa Civil, Rui Costa, que tenta atrair investimentos chineses para obras de infraestrutura no Brasil. A tentativa de costura de grandes acordos, políticos e econômicos, é acompanhada de pequenos gestões de boa vontade.

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    No fim de 2023, o PT assinou acordo de cooperação e intercâmbio com o Partido Comunista Chinês, com o objetivo de aprofundar a comunicação estratégica e a confiança mútua, além de promover o desenvolvimento sustentável e saudável das relações do Brasil com a China. Outro exemplo: com o apoio de Lula e o PT, o MST tem recebido máquinas de pequeno porte e implementos agrícolas da China.

     

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