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Eduardo Paes deverá ter palanque triplo no Rio de Janeiro, afirma Kassab

Presidente do PSD considera que o candidato presidencial da sigla, Flávio Bolsonaro e Lula poderão ter espaço na campanha do prefeito ao governo do estado

Por Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 jan 2026, 15h12 •
  • O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD-RJ), que disputará o governo do estado em outubro de 2026, deverá oferecer palanque presidencial triplo nas eleições, para abraçar as candidaturas ao Palácio do Planalto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do senador Flávio Bolsonaro (PL) e a do candidato do PSD — que tem os governadores Ratinho Jr. (Paraná), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ronaldo Caiado (Goiás) como pré-candidatos.

    A declaração foi dada em um evento na Bolsa de Valores de São Paulo nesta sexta-feira, 30. “No Rio de Janeiro, Eduardo Paes é o nosso candidato, ele é a esperança para o Rio de Janeiro. Lá, há uma situação singular: não é o Eduardo que está escolhendo o candidato a presidente; todos os candidatos a presidente é que querem estar no palanque dele. O Lula quer, o Claudio Castro quer e o nosso candidato [do PSD] terá um lugar, então, possivelmente, o Eduardo Paes terá três palanques no Rio de Janeiro“, declarou Kassab.

    A situação é provocada pela garantia, segundo ele, de que o PSD lançará candidatura presidencial própria, já que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que era a sua primeira opção, vem sinalizando que não vai entrar na disputa pelo comando do país. O PSD promete decidir nas próximas semanas qual dos três pré-candidatos irá de fato para a disputa.

    Sem o PSD, um palanque duplo seria inviável, visto que Eduardo Paes teria que escolher entre os polos Lula-Bolsonaro. No entanto, com um terceiro concorrente na disputa, a possibilidade de palanque triplo se abre e dá vantagens ainda maiores a Paes, que é franco favorito a vencer a briga pela chefia do Palácio Guanabara, segundo as pesquisas.

    Além do Rio de Janeiro, o PSD deverá encontrar imbróglios semelhantes em diversos outros estados, como Minas Gerais, onde o candidato ao governo do partido é o vice-governador e deseja apoiar o governador Romeu Zema (Novo) à Presidência, ou na Bahia, onde há um acordo de apoios mútuos entre PT e PSD.

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