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Doria: ‘PSDB deixa de ser partido de centro-esquerda para ser de centro’

Em entrevista a VEJA, o novo grão-tucano defende uma plataforma liberal e postura mais firme da legenda

Por Mauricio Lima e Jerônimo Teixeira - 7 jun 2019, 08h41

O PSDB saiu da convenção de 31 de maio, em Brasília, com a cara de João Doria. Foi ele quem tratorou as antigas lideranças do partido ao eleger o atual presidente, Bruno Araújo. Na condição de novo grão-tucano, Doria defende uma série de mudanças na legenda, que vão do ideário liberal, pró-­mercado, em detrimento da social-­democracia, a uma postura mais firme nos temas nacionais (inclusive na expulsão de membros com denúncias de corrupção).  Confira um trecho da entrevista e clique para ler a íntegra da conversa, publicada na edição da semana de VEJA.

O que muda no PSDB a partir de agora? Passamos a ser um partido que tem posições e toma decisões. Não queremos com isso fazer críticas ao passado. A história do PSDB precisa ser preservada e valorizada, mas não podemos viver da história. Temos de ser protagonistas da história.

E quais são as novas posições do partido? Ele deixa de ser um partido de centro-esquerda para ser um partido de centro, que dialoga com a esquerda e a direita mas se afasta dos extremos tanto de um lado quanto de outro. Será um partido que tem uma proposta liberal de economia, com menos Estado, pró-mercado, pró-desenvolvimento.


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