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Diretor-geral da PF é primeiro convidado da CPI do Crime Organizado

Andrei Rodrigues e diretor de Inteligência Policial da PF, Leandro Almada, são convidados a depor à comissão na próxima terça-feira

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 nov 2025, 13h55 • Atualizado em 11 nov 2025, 14h02
  • O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência Policial da corporação, Leandro Almada, são os primeiros convidados da CPI do Crime Organizado do Senado. Eles foram chamados para depor voluntariamente à comissão na próxima terça-feira, 18, a partir das 9h.

    Se confirmada, a ida dos diretores da PF à comissão de inquérito vai coincidir com o aquecimento da discussão sobre a Lei Antifacção, proposta pelo governo Lula e que, na Câmara, ficou sob a relatoria do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), afastado da chefia da secretaria de Segurança Pública de Tarcísio de Freitas para assumir o projeto.

    A primeira versão do parecer de Derrite o colocou em rota de colisão com a Polícia Federal. O texto dizia, inicialmente, que a PF só poderia atuar na repressão a crimes compreendidos como da alçada da segurança pública dos estados se fosse demandada pelos governadores.

    Ao chamar Rodrigues e Almada para CPI no Senado, o relator Alessandro Vieira (MDB-SE) diz que enfrentar o crime organizado não é tarefa de um único órgão, mas exige uma atuação “coordenada, sinérgica e robusta” de múltiplas esferas do Executivo, abrangendo desde a inteligência estratégica até a repressão qualificada”.

    A contribuição dos diretores da PF é “imprescindível” para a CPI construir um diagnóstico “fidedigno” da ameaça representada por facções e milícias e sua atuação no tráfico de drogas e armas, na lavagem de dinheiro, em crimes cibernéticos, no contrabando e na infiltração em setores da economia e do próprio Estado, diz Vieira.

    Para o dia seguinte, quarta-feira, estão convidados o diretor de Inteligência Penal da Secretaria Nacional de Políticas Penais, Antônio Glautter, e o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do MPSP.

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