Ausência de Michelle provoca estrago em área do PL que era vitrine eleitoral
No partido, comenta-se que a volta de Michelle ao jogo político seria tão importante quanto o retorno de Bolsonaro à prisão domiciliar
Há preocupação no PL quanto à inatividade das agendas do PL Mulher, que é liderado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A ala feminina do partido deixou de realizar eventos de filiações e Michelle abriu mão de rodar o Brasil, desde novembro do ano passado, quando Bolsonaro foi preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
Centralizadora, ela não delega a função para nenhuma correligionária, apesar de manter contato com as presidentes estaduais do PL Mulher.
No partido, comenta-se que a volta de Michelle ao jogo político seria tão importante quanto o retorno de Bolsonaro à prisão domiciliar.
É que a peregrinação dela pelo Brasil serviria como contraponto às recentes campanhas do governo Lula em defesa dos direitos das mulheres, além de manter a família ativa nos rincões do país.





