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Aprovação de Lula segue estável e indica país dividido, diz pesquisa

Levantamento Latam Pulse, feito pela Atlas Intel, apontou ainda os principais problemas do país no olhar da população

Por Lucas Mathias Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 jan 2026, 10h53 •
  • A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permaneceu estável nos últimos três meses, como indica o levantamento mais recentes da pesquisa Latam Pulse, feita pelo instituto Atlas Intel e divulgada nesta quinta-feira, 22. De acordo com a pesquisa, o cenário é majoritariamente negativo para o pestita, desaprovado por 50% da população, embora tal margem esteja no limite. Outros 49% aprovam sua gestão, o que indica equilíbrio na avaliação e divisão da população, dentro da margem de erro de um ponto percentual. Tal cenário se mantém igual desde a pesquisa realizada em novembro de 2025. O restante, 1%, não soube responder ao questionamento. 

    Se observada com uma lupa, a aprovação de Lula tem resultados melhores entre mulheres (56%), pessoas entre 60 e 100 anos (73%), além daquelas com nível educacional até o Ensino Fundamental (61%). No recorte por renda, o desempenho é melhor na faixas mais altas, de R$5 mil a R$ 10 mil (53%) e acima de R$ 10 mil (58%). No recorte religioso, os católicos também avaliam positivamente o presidente: 54% aprovam sua gestão. 

    Por outro lado, sua desaprovação é maior entre homens (58%), jovens de 16 a 24 anos (75%), pessoas com nível educacional até o Ensino Médio (62%), aqueles que têm renda familiar entre R$ 2 mil e R$ 3 mil (56%) e entre os evangélicos (74%). 

    O cenário de equilíbrio se repete na avaliação de governo. Para 48,5%, o a condução de Lula é ruim ou péssima, enquanto outros 47% avaliam como ótima ou boa. Se consideradas as políticas com maior aceitação, a gratuidade para todos os medicamentos e itens do Farmácia Popular tem a aprovação de 88%, enquanto a isenção do Imposto de Renda para pessoas com renda mensal abaixo de R$ 5 mil é vista como positiva para 76%. 

    O imposto sobre compras de até 50 dólares em sites do exterior, por sua vez, é a medida classficada como mais impopular, rejeitada por 59%, seguida pela tentativa de fiscalização das transações via Pix que somam mais de R$ 5 mil no mês — medida alvo de grande mobilização da oposição, inclusive com ataques permeados pela desinformação. A corrupção, para 65%, é apontada como o principal problema do país, seguida por criminalidade e tráfico de drogas, escolhida por 50%. 

    A pesquisa ouviu 5.418 pessoas entre os dias 15 e 20 de janeiro. 

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