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Debate VEJA no Rio tem duelo entre direita e esquerda e críticas ao ausente Paes

Alexandre Ramagem, Tarcísio Motta, Marcelo Queiroz e Rodrigo Amorim participaram de embate movimentado, com citações a Lula e Bolsonaro

Por Lucas Mathias Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 12 set 2024, 16h33 - Publicado em 12 set 2024, 11h07

Candidatos à prefeitura do Rio de Janeiro participaram nesta quinta-feira, 12, do debate VEJA E VOTE 2024, promovido por VEJA em parceria com a ESPM e apoio do instituto Paraná Pesquisas e do escritório Bonini Guedes Advocacia. 

Foram convidados para o encontro os cinco primeiros colocados nas pesquisas de intenção de voto: o atual mandatário, Eduardo Paes (PSD), os deputados federais Alexandre Ramagem (PL), Tarcísio Motta (PSOL) e Marcelo Queiroz (PP) e o deputado estadual  Rodrigo Amorim (União). 

Paes, no entanto, decidiu não participar, e alegou incompatibilidade em sua agenda eleitoral. Ele está em posição confortável nos levantamentos – o prefeito lidera em todos eles -, com possibilidade de vitória no primeiro turno. Nos bastidores, há a avaliação também de que, caso decidisse participar do encontro, seria o principal alvo para o ataque dos adversários.

A seguir, acompanhe como foi a cobertura ao vivo do evento, com atualizações minuto a minuto das falas dos candidatos e destaques das principais declarações.

12h45: Fim do debate.

12h38: Tarcísio: “Sou um professor de história com muito orgulho. Aprendi com a minha família que gente é pra brilhar, não pra morrer de fome. Temos que dar direito a futuro para quem hoje passa fome no Rio de Janeiro. Quero que você repense, não reduza seus horizontes. Vamos apostar em novos horizontes. Vote nos candidatos e candidatas do PSOL. Tenho muito orgulho de ter feito parte dessa bancada. O Rio merece mais, mas merece mais, mesmo!”, finalizou.

12h36: Queiroz: “Temos aqui dois lados. O lado de Lula, representado pelo prefeito Eduardo Paes, e o de Bolsonaro, com Ramagem. Eu represento o centro, contra os extremos. Pretendo resolver a aprovação automática, a fila no Cisreg, a fila na creche. E defendo um Rio mais caramelo, não porque amo os animais, mas porque isso representa tudo de melhor no Rio. Precisamos de um prefeito, não de um blogueiro”.

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12h34: Ramagem: “Nenhum de nós aqui fugiu do embate como o prefeito Eduardo Paes. Formamos uma frente de direita, eu e Rodrigo Amorim. Defendemos o cidadão de bem. Ficamos na segurança pública, que é reflexo pra todos os setores. Não queremos escolas sem segurança, nem fraude na saúde. Não esse prefeito, que em 12 anos nunca encarou com responsabilidade a ordem pública.Vamos ao segundo turno ganhar essas eleições”, disse.

12h31: Amorim: “Quero lamentar a ausência do frouxo, o atual prefeito Eduardo Paes, o prefeito que não quer ser prefeito. E quer usar esse momento como trampolim para ser governador. Formamos, eu e Ramagem, duas candidaturas de direita. Enfrentei a Máfia do Reboque e vou ter coragem para restaurar a ordem no Rio de Janeiro. Sou carioca, apaixonado por essa cidade e conservador”, encerrou.

12h30: Fim do quarto bloco. No quinto, os candidatos fazem suas considerações finais.

12h25: Após pergunta sobre educação, Queiroz se posiciona. “A gente precisa valorizar o servidor. A inflação em relação ao salário está em 20%. Não temos vagas em creches, faltam professores nas salas de aula”, disse. Amorim, em seu comentário, defendeu a implantação de colégios confessionais e cívico-militares. Queiroz, em seguida, voltou a apontar suas críticas a Paes e a sua política na Educação. Ele criticou o uso da “aprovação automática” no sistema municipal.

12h23: Tarcisio volta a criticar a ausência do prefeito Eduardo Paes. Ele diz ter “orgulho” de apoiar o governo Lula, e busca o apoio dos eleitores do presidente, que oficialmente estar com o atual prefeito.

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12h18: Ao responder sobre o mesmo assunto, Amorim disse que pretende transformar a Guarda Municipal em Polícia Municipal. Ele também afirmou que pretende privilegiar o policiamento nas zonas turísticas. Tarcísio criticou o adversário em seu comentário. “Ele acaba defender que a orla tenha tratamento diferenciado. Enquanto na favela, é tiro, porrada e bomba? Tá errado demais isso. A cidade é de todos os cariocas”, disse o nome do PSOL. Amorim, na tréplica, deixou claro que vai criar uma “supersecretaria” voltada para as favelas.

12h10: Segurança foi o tema da pergunta para Ramagem, que buscou se desassociar do governador Cláudio Castro (PL), seu correligionário. Ele defende armar a Guarda Civil e diz que seu padrinho é Jair Bolsonaro, apenas. “Vou promover a maior integração em segurança no Rio de Janeiro”, disse.

12h05: Fim do terceiro bloco. No quarto, os candidatos respondem mais uma vez perguntas de jornalistas de VEJA

12h04: Amorim voltou a acusar Tarcísio por não ter se posicionado sobre as acusações de assédio contra o ex-ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida. Os dois têm protagonizarão os embates mais calorosos, com troca de ataques e marcado por direito de respostas.

12h00: Amorim voltou a reforçar que Tarcísio apoia Lula, mas o presidente não o apoiou. E criticou o aumento das queimadas. Tarcísio disse ser esta uma consequência da política ambiental do governo anterior, de Jair Bolsonaro. “Não apoio e lutei muito contra aquele governo que dizia que queria passar a boiada. Um governo inimigo do Meio Ambiente. Precisamos ter políticas ambientais. Tenho o apoio da ministra do Meio Ambiente Marina Silva. Precisamos debater uma transição energética no Brasil. Temos que discutir o uso dos combustíveis fósseis. São questões fundamentais. Quem está sentindo o calorão no Rio de Janeiro, sabe do que estou falando. Vou fazer tudo isso na Prefeitura”, pontuou.

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11h58: Queiroz reforça sua posição como candidato de centro e critica a postura de Ramagem, ao dizer que ele mostra destempero. “Por isso que o Ramagem não cresce”, disse.

11h53: Na réplica, Tarcísio lembrou da investigação sobre aparelhagem na Abin. Ramagem é um dos investigados, do período em que chefiava a agência, no governo de Jair Bolsonaro.

11h52: Ao perguntar para Ramagem, Tarcísio optou por associar a imagem do candidato do PL a nomes como Marcelo Crivella, Eduardo Cunha e Domingos Brazão, este último acusado pela morte de Marielle Franco. Na resposta, Ramagem, afirmou que seu padrinho é Jair Bolsonaro. “Chiquinho Brazão, inclusive, era secretário do Eduardo Paes”, disse.

11h50: No terceiro bloco, mais uma vez, os candidatos trocam perguntas entre si, com direito a réplica e tréplica.

11h45: Fim do segundo bloco.

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11h41: Ao responder pergunta sobre a Saúde no Rio, Queiroz criticou as filas no sistema municipal e disse que vai criar cinco novos centros de saúde.
“Pretendo estabelecer a telemedicina, instalar um aplicativo para avaliar o serviço. Hoje, aliás, não há nada da prefeitura para avaliar a Saúde. Ele não tem coragem”, apontou.

11h40: Tarcisio tem novo direito de resposta concedido. Ele usou o tempo para contrapor a afirmação de que ele e seu partido “defendem as drogas”. “A gente defende o cuidado e a eficiência pra combater a máfia, o bolso do crime”

11h39: Tarcísio chama Ramagem de “terraplanista”, ao comentar sua resposta. Na tréplica, o candidato do PL volta a criticar a gestão do prefeito Eduardo Paes com a GeoRio, e na questão ambiental. Paes tem sido citado constantemente, apesar de não estar presente.

11h38: Ramagem responde pergunta sobre a questão climática e o Meio Ambiente no Rio. “Sirenes, tecnologia, estações de medição que vejam o volume d’água. Temos que valorizar a Defesa Civil e a geoRio para tratar bem nossa população”, diz. Assista ao trecho abaixo:

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11h36: Tarcísio teve direito de resposta concedido. Ele foi acusado por Amorim de “defender o Hamas”.“Defendemos uma Palestina livre, com capacidade econômica. O mundo inteiro pede cessar fogo imediato. Defendo a existência de dois estados com viabilidade econômica, com o fim do genocídio de Israel”, disse.

11h29: Tarcísio conta como pretende lidar com comércio informal no Rio. ”Ninguém pode ser tratado como criminoso porque trabalha. A prefeitura tem o papel de organizar isso. Imagina sua cidade sem o camelô. É uma questão de emprego e renda, não para a Guarda Municipal. Há trabalho para todo mundo.

11h25: O candidato Rodrigo Amorim responde a pergunta sobre se vai manter comissão da Prefeitura do Rio a favor de ações. Ele diz que o tema ficará a cargo, principalmente, de seu vice, Fred Pacheco.

11h20: Fim do primeiro bloco. No segundo, jornalistas de VEJA perguntam aos candidatos.

11h15: Amorim e Queiroz fizeram dobradinha para atacar Paes. Os dois usaram seu tempo para criticar a atuação do prefeito Eduardo Paes no campo da Segurança Pública.

11h07: Ramagem pontuou que o candidato do PSOL o estaria acusando de um crime, e reforçou ser ficha limpa. “A sua indignação seletiva não permitiu você dar um pio”, disse, sobre a acusação de assédio contra o ex-ministro Silvio Almeida, contra Anielle Franco.

11h06: Tarcísio, em resposta, lembrou do episódio em que Ramagem e o vereador do PT Leonel Quirino se envolveram em uma confusão no bairro da Tijuca, Zona Norte do Rio. O petista foi atingido pela claque do candidato do União Brasil. 

11h05: Ramagem acusa o prefeito Eduardo Paes, que não está presente, de integrar a “máfia do transporte”, antes de alfinetar o candidato do PSOL. “Bolsonaro está comigo. Lula te abandonou”, disse. 

11h00: As regras do debate
O debate terá cinco blocos, sendo dois para perguntas feitas pelos candidatos entre si, dois para questionamentos pelos jornalistas de VEJA e um para considerações finais. O evento terá duração aproximada de uma hora e 20 minutos, com previsão de encerramento por volta das 12h30.

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