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Alckmin fala em expectativa positiva antes de encontro Lula-Trump: ‘Avenida pela frente’

Vice-presidente, que é um dos principais negociadores do tarifaço, ressaltou ainda que o Brasil impõe uma tarifa ‘baixíssima’ aos Estados Unidos

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 25 out 2025, 20h01 • Atualizado em 25 out 2025, 20h28
  • O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou neste sábado, 25, ser “positiva” a expectativa para o possível encontro entre os presidentes Lula e Donald Trump durante a cúpula de países asiáticos na Malásia. Ainda não há detalhes sobre o local e o horário da conversa entre os governantes, mas ambos já indicaram que devem se encontrar neste domingo.

    Alckmin, que está na condição de presidente em exercício enquanto Lula está fora do país, lembrou que o petista disse que “não há tema proibido” durante o encontro. Para ele, os dois líderes “irão defender os seus países e trabalhar para fortalecer a relação Brasil-Estados Unidos”. “Acho que tem uma avenida aí pela frente”, disse o vice-presidente em evento realizado em memória dos 50 anos do assassinato do jornalista Vladimir Herzog durante a ditadura.

    Ministro da Indústria e Comércio, o vice foi alçado a um dos principais negociadores do governo brasileiro para tentar reverter a tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros. Alckmin apostou principalmente na pressão de empresários para tentar convencer o governo americano a recuar da taxação.

    Neste sábado, ele voltou a dizer que o Brasil tem uma “tarifa baixíssima” com os Estados Unidos. “Dos dez produtos que eles mais exportam, oito a tarifa é zero. A tarifa média é 2,7%”, ressaltou.

    Ele apontou ainda que temas não-tarifários podem entrar na mesa de discussão. “Você tem outros temas, como data center, já foi feita a medida provisória do Redata [Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter], isso é um estímulo forte para atrair data center. O estado americano proibiu data center, porque não tem energia. Falta energia, e o Brasil tem energia abundante e renovável”, disse Alckimin. Ele citou ainda as terras raras e uma “pauta extensa e possibilidade de parceria, de ganha-ganha”.

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    O vice ressaltou ainda os 200 anos de parceria entre o Brasil e os Estados Unidos e que, apesar de os americanos não serem os maiores compradores – estão atrás da China e da União Europeia -, os negócios vão além das commodities.

    Alckmin citou também “passos importantes” que antecedem a conversa entre Lula e Trump, entre os quais a redução das tarifas de itens como ferro níquel, celulose e madeira.

    Neste sábado, Lula também comentou sobre a possibilidade de encontro e disse estar disposto para que uma solução seja encontrada. “Eu trabalho com otimismo para que a gente possa encontrar uma solução. Não tem exigência dele e não tem exigência minha ainda. Vamos colocar na mesa os problemas e vamos tentar encontrar uma solução. Então pode ficar certo que vai ter uma solução”, afirmou o presidente brasileiro.

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