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Alagoas: a estratégia de Renan Filho na disputa ao governo e a pressão bolsonarista sobre JHC

Ministro aposta em entregas de obras do ciclo emedebista no estado, iniciado por ele em 2015, enquanto o prefeito de Maceió está na mira de Flávio Bolsonaro

Por Da Redação 3 mar 2026, 20h26 • Atualizado em 3 mar 2026, 20h39
  • A disputa pelo governo de Alagoas entra numa fase decisiva com a aproximação do prazo final para a filiação partidária e a desincompatibilização de cargos por aqueles que pretendem disputar outros postos diferentes dos que ocupa atualmente — nos dois casos, o prazo termina daqui a um mês, no dia 3 de abril.

    No estado, para além da polarização ideológica, o ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), candidato ao governo, aposta nas entregas do ciclo emedebista à frente do governo iniciado com ele mesmo em 2015 (ele foi governador do estado até 2022, quando se elegeu senador). Na saúde, a construção dos hospitais de Palmeira dos Índios e do Coração Alagoano, referência em transplantes cardíacos pelo SUS, e do Hospital Metropolitano do Agreste, em Arapiraca, será uma das principais bandeiras.

    Renan terá o apoio decisivo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já cogitou até ter Renan Filho como seu candidato a vice na chapa presidencial caso isso fosse necessário para atrair o MDB formalmente para a sua aliança. Além disso, o petista é próximo do senador Renan Calheiros (MDB), pai do ministro e um de seus fortes aliados no Congresso.

    Já para aquele que pode ser o principal adversário de Renan Filho na disputa pelo governo, o prefeito de Maceió, João Henrique Caldas, conhecido como JHC (PL), a principal questão é saber se ele se aproximará ou não do candidato de seu partido a presidente da República, o senador Flávio Bolsonaro, que hoje desponta como o principal adversário de Lula.

    Na última pesquisa de intenção de votos feita no estado pelo instituto Paraná Pesquisas, em dezembro de 2025, JHC aparecia com 47,6% contra 40,9% de Renan Filho — a margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

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    Não é possível dizer, no entanto, que JHC será candidato, embora seja quase certo que o bolsonarismo irá pressioná-lo nos próximos dias. Anotações feitas por Flávio Bolsonaro — e divulgadas pela imprensa — mostram que o senador pretende ter uma definição de JHC em breve. “Conversar até dia 15 de março”, diz anotação à frente do nome do prefeito. Já em relação ao deputado Alfredo Gaspar (União), relator da CPMI do INSS e que é citado como alternativa para disputar o governo contra Renan Filho caso JHC não seja candidato, aparece a anotação: “único que pedirá voto para mim”.

     

     

     

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