Novas Revelações: Acesse com exclusividade novas revelações de Vorcaro. Assine Agora!

A resposta do Google e da Meta a Nunes Marques sobre o ‘Exército do Lula’

Ministro presidente do TSE pediu relatório minucioso em 24 horas analisando se canal do WhatsApp cumpre requisitos legais

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 23 out 2026, 20h57
A resposta do Google e da Meta a Nunes Marques sobre o ‘Exército do Lula’ Priorize VEJA no Google

Atendendo a uma determinação do ministro-presidente Nunes Marques, o Google enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma manifestação dizendo que não houve manipulação das tendências de busca pelo movimento do canal de WhatsApp “Exército do Lula”. A Meta pediu cinco dias para enviar o relatório minucioso solicitado pelo ministro e adiantou que, na sua avaliação, o canal da campanha petista veicula conteúdos que “não violam as políticas” da companhia.

As duas manifestações foram apresentadas nesta sexta-feira, 23, quando venceu o prazo de 24 horas dado por Nunes Marques. Ele atendeu a um pedido da campanha do senador Flávio Bolsonaro e determinou que as duas big techs apresentassem um relatório detalhado sobre o funcionamento e os conteúdos veiculados no canal “Exército do Lula”. Com 10 milhões de seguidores, o meio se tornou mote de impasse no TSE e concentra a campanha digital petista.

“Os indicadores de buscas orgânicas refletem, como regra, o interesse de pessoas reais, existindo políticas e sistemas destinados a detectar e coibir tráfego automatizado e tentativas de manipulação – hipóteses que, após análise pela equipe de segurança da Google, constatou-se não terem ocorrido”, diz trecho da manifestação do Google. Mais adiante, a companhia afirma que os dados exibidos no Trends “não identificam usuários, não constituem prova de conduta individual e não equivalem a pesquisa de opinião”.

Já na manifestação da Meta, a controladora do WhatsApp, do Instagram e do Facebook disse que “parte dos elementos indicados pelo Requerente (Flávio Bolsonaro) não é verificável ou está fora do escopo deste procedimento” e que “a análise do canal à luz das Diretrizes de Canais consta da declaração técnica anexa, que constatou que não há violação das políticas, detalhando as políticas e metodologia para detecção de conteúdo violador”.

Continua após a publicidade

A campanha de Flávio Bolsonaro pediu um novo “pente-fino” no canal “Exército do Lula”, afirmando que seus seguidores o estariam utilizando para aumentar as pesquisas sobre investigações contra o senador, “manipulando” as métricas de pesquisa. Nunes Marques, relator do caso, pediu esses relatórios ao Google e à Meta. O caso deve retornar ao gabinete dele para nova decisão.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Capa da revista Veja, um celular e um notebook exibindo o site da revista, sobre fundo preto com texto BLACKFRIDAY repetidoBanner de Black Friday com fundo roxo e preto, exibindo a palavra BLACKFRIDAY repetida. À direita, um laptop prateado com uma imagem de carro na tela, um smartphone com um site de notícias e uma revista Veja aberta com uma foto de comida.
ECONOMIZE ATÉ 83% OFF

Digital Essencial

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 3,99/mês
ESQUENTA BLACK FRIDAY

Revista em Casa + Digital Premium

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Premium (cada revista sai por menos de R$ 10,00)
De: R$ 59,99/mês
A partir de R$ 32,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).