A reação de Tarcísio a pesquisas que mostram ministros de Lula na frente em SP
Governador evita clima de 'alerta' e diz que direita deverá escolher candidato 'viável' para a disputa ao Legislativo
Diante da pesquisa Datafolha divulgada na última terça-feira, 10, apontando ministros do presidente Lula na liderança da disputa pelo Senado em São Paulo, o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou há pouco que “tem muita água pra passar debaixo da ponte”.
Para o republicano, o levantamento é somente uma “fotografia de agora” e a direita ainda fará esforço de campanha para mostrar à população do estado o quão importante é a região ser “bem representada” no Senado.
Pela pesquisa, o ex-secretário de Segurança Pública e deputado federal Guilherme Derrite (PP) e o ex-ministro e também deputado federal Ricardo Salles (Novo), por exemplo, pontuaram menos que os ministros de Lula, Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSB), Simone Tebet (MDB) e Márcio França (PSB), e estão no mesmo patamar que Marina Silva (Rede) e Guilherme Boulos (PSOL). Já os nomes do PL testados, o da deputada federal Rosana Valle e o do deputado estadual Gil Diniz, marcaram menos que 10%.
Derrite já está confirmado como um dos integrantes da chapa bolsonarista para disputar a cadeira no Legislativo. A segunda vaga segue em aberto.
Segundo Tarcísio, todos os nomes da direita na disputa pela segunda vaga são “bons” e “qualificados”. Ponderou, contudo, que a população demora para se conectar com nomes postulantes ao Senado, em relação àqueles que disputam o Planalto, e que por isso o nome escolhido para a corrida eleitoral terá que ser um nome “viável”.
“A partir do momento em que a gente coloca o time em campo e apresenta os nossos candidatos, e aí, na minha opinião, seja o nome que for do nosso campo, e são todos nomes qualificados, e obviamente a gente vai escolher alguém com viabilidade, isso é uma coisa importante… mas nós temos algumas ideias e a partir do momento em que a gente consolide, é apresentar nossas vantagens, projetos, porque é interessante aquele candidato em relação a outro, e vamos para a campanha”, completou.





