A justificativa de Michelle Bolsonaro para não ir ao ato na Avenida Paulista
Ex-primeira-dama disse que passou por um procedimento cirúrgico na última sexta-feira e que, salvo algumas restrições, 'está tudo bem'
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou nesta segunda-feira, 2, nas suas redes sociais, um texto explicando a sua ausência na manifestação bolsonarista que aconteceu no domingo, 1º, na Avenida Paulista. Ela disse que passou por um procedimento cirúrgico na última sexta, 27, mas não deu detalhes a respeito.
“Esclarecendo a informação prestada pela deputada Bia Kicis (PL-DF) durante os atos de ontem: passei por um procedimento cirúrgico na última sexta-feira. Está tudo bem e, salvo algumas restrições, sigo com minhas atividades normais. Obrigada pela preocupação, pelo carinho e pelas orações”, disse Michelle em seu perfil no Instagram.
A ausência de Michelle no ato do domingo levanta questionamentos sobre a unidade do campo bolsonarista em torno da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. No dia da manifestação o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou uma carta escrita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro defendendo ele e a ex-primeira-dama dos ataques que têm sofrido dentro do campo da direita, com cobranças para que se engajem com mais ênfase em prol de Flávio.
Especificamente sobre Michelle, Bolsonaro disse que pediu a ela para não se envolver com questões políticas até março e disse que, por ora, ela estaria ocupada com os cuidados a ele e à filha que os dois têm, Laura.
Além de Michelle, outra ausência importante no ato de domingo foi a do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Sua assessoria disse que ele estava em viagem à Alemanha, para cumprir compromissos oficiais. Na sexta passada, 27, depois de um evento na Alesp que homenageou o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, Tarcísio anunciou que será coordenador da campanha de Flávio em São Paulo.
Também houve embates dentro da direita bolsonarista com o governador republicano, pois parte do Centrão tentou viabilizar o nome dele na disputa à Presidência.






