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A irritação de aliados de Lula com manutenção de irmão de Ciro Gomes no governo

Apoiadores do presidente dizem que não faz sentido ter num cargo estratégico o parente de um rival que tem se mobilizado contra o PT

Por Ricardo Chapola Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 out 2025, 10h46 •
  • A decisão do Planalto em manter Lúcio Ferreira Gomes, irmão do ex-governador Ciro Gomes (PSDB), no comando da Companhia Docas do Ceará tem causado irritação em aliados do presidente no Estado. Engenheiro, o irmão de Ciro ocupa o posto vinculado ao Ministério de Portos e Aeroportos desde junho de 2023.

    As lideranças reclamam de terem sido ignoradas até agora pelo governo petista. Há dois meses, parte delas chegou a ir a para Brasília para cobrar providências do ministro Silvio Costa Filho (Republicanos) quanto à manutenção de Lúcio Gomes no cargo. Na ocasião, disseram ao ministro que não fazia sentido ter um parente de um adversário num posto estratégico da gestão federal.

    A tensão aumentou ainda mais agora diante das articulações de Ciro Gomes com vistas às  eleições do ano que vem. Recentemente, o ex-governador deixou o PDT por discordar da decisão da legenda em permanecer na base do governo Lula e do provável apoio que a sigla dará a Elmano de Freitas (PT), atual governador do Ceará, na disputa pela reeleição em 2026.

    Ciro Gomes filiou-se ao PSDB. O partido pretende lançá-lo como candidato que vai representar a oposição ao PT na disputa pelo governo do Ceará no ano que vem. No evento, o ex-governador  fez questão de atacar o presidente e também o ministro da Educação, Camilo Santana (PT), seu adversário histórico no Estado e aliado de primeira hora de Elmano de Freitas.

    Camilo Santana, aliás, mantém boa relação com uma parte da família Gomes. O petista é próximo  ao senador Cid Gomes (PSB). Lúcio, inclusive, teria assumido a chefia da Companhia Docas por indicação do ministro da Educação. Segundo aliados de Lula no Ceará, essa seria a razão pela qual o irmão do ex–governador ainda está sendo mantido no cargo, mesmo após as queixas dos aliados e as pressões que chegam ao Planalto.

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