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A (falta de) explicação de Lulinha no escândalo do INSS

Governo teme que o caso das aposentadorias resvale no presidente a poucos meses da disputa pela reeleição

Por Laryssa Borges Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 1 mar 2026, 18h42 • Atualizado em 2 mar 2026, 08h24
  • Advogados com acesso ao PT relataram a VEJA ver o primogênito do presidente Lula em um aparente impasse. Embora Fabio Luís Lula da Silva tenha afirmado a interlocutores que cada centavo que eventualmente seja encontrado em suas contas após a quebra de sigilo determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça é dinheiro lícito, ele não conseguiu explicar a essas mesmas pessoas com quem conversou como vive na Espanha, país para onde se mudou em julho de 2025, apenas dois meses depois do estouro do escândalo do INSS e onde pretende ficar pelo menos até o próximo ano. Tampouco conseguiu detalhar como consegue honrar o pagamento de contas comezinhas, como aluguel, alimentação e quitação de impostos locais.

    O temor de que um escândalo atinja o governo a poucos meses da disputa eleitoral em que o presidente tentará um quarto mandato é tamanho dentro do partido que Lula foi informado ainda no final do ano passado de que o cerco contra o filho estava se fechando.

    Independentemente do que de fato será encontrado nas contas do primogênito, a oposição ao governo usa do aval à quebra de sigilo bancário e fiscal contra Fábio Luís para tentar desgastar o governo e o vincular ao escândalo de descontos ilegais a aposentados e pensionistas que, segundo a Polícia Federal, pode ter atingido 6 bilhões de reais em fraudes.

    À frente do inquérito sobre o INSS que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) e traz citações a Lulinha, o ministro Mendonça deu aval para que um informante das investigações sobre o escândalo contra os aposentados fosse inscrito no programa de proteção à testemunha depois de supostamente ter recebido ameaças  ddo empresário Antônio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. A testemunha, neste caso, não era uma qualquer.

    Antigo parceiro de Camilo Antunes, Edson Claro disse à Polícia Federal ter ouvido do Careca que ele pagava 300.000 reais mensais a Fábio Luís em troca de facilidades no governo. Opresidente nunca desmentiu as suspeitas contra o filho e afirmou em uma entrevista que, se estiver envolvido, Lulinha “vai pagar o preço (…) porque a lei é para todos”. 

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