Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 9,90

A dúvida continua, diz vice-presidente da CPMI do INSS sobre Lulinha

Deputado Duarte Jr. afirma que falta de acesso a documentos impede conclusões sobre o filho do presidente após decisão de Flávio Dino

Por Marcela Rahal Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 mar 2026, 12h42 • Atualizado em 18 mar 2026, 12h47
  • A investigação da CPMI do INSS sobre supostas irregularidades no esquema bilionário de desvio de aposentadorias segue cercada de incertezas — e, segundo integrantes da comissão, deve permanecer assim enquanto não houver acesso a provas documentais.

    Vice-presidente do colegiado, o deputado Duarte Jr. afirmou que a ausência de dados concretos impede qualquer conclusão definitiva sobre o caso. “Se a gente não olha os documentos, a gente continua tendo dúvida”, disse em entrevista ao programa Ponto de Vista, de VEJA.

    O impasse foi agravado pela decisão do ministro Flávio Dino, que barrou a quebra de sigilo de Lulinha e de outros investigados. Para Duarte Jr., a medida limita o alcance da CPMI em um momento crucial das apurações.

    A suspeita surgiu a partir de depoimentos que mencionam supostos repasses financeiros ao filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Até agora, no entanto, não há comprovação documental dessas alegações — ponto reconhecido inclusive por integrantes da própria comissão.

    Diante desse cenário, o deputado defende que o acesso aos dados é essencial não apenas para avançar na investigação, mas também para evitar julgamentos precipitados. “A gente precisa ter acesso aos documentos para verificar se de fato ele tem culpa ou não”, afirmou.

    Continua após a publicidade

    Segundo ele, a restrição imposta pelo Supremo prejudica dois lados: a CPMI, que não consegue aprofundar a apuração, e o próprio investigado, que permanece sob suspeita sem possibilidade de esclarecimento definitivo.

    Nos bastidores, o caso é visto como um dos pontos mais sensíveis da comissão, que aguarda decisão do ministro André Mendonça sobre a prorrogação dos trabalhos. Sem a extensão do prazo e sem acesso a novas informações, a tendência é que o relatório final seja concluído com lacunas.

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

    OFERTA LIBERE O CONTEÚDO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    MELHOR OFERTA

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).