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A contradição de Michelle sobre as condições da prisão de Bolsonaro

Ex-primeira-dama publicou mensagem agradecendo cuidados da PF após ter feito uma série de reclamações sobre o tratamento dado ao ex-presidente

Por Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 jan 2026, 12h30 • Atualizado em 16 jan 2026, 13h34
  • A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) colocou o clã bolsonarista em contradição na noite da quinta-feira, 15, ao publicar uma mensagem para agradecer aos policiais federais por bons cuidados e atenção com o ex-presidente Jair Bolsonaro enquanto ele esteve preso na superintendência da PF, em Brasília.

    “Continuo confiando e agradecendo a Deus, certa de que tudo acontece no tempo do nosso amado Pai, e não no nosso. Sou grata a todos da PF que, durante o período em que o meu amor esteve lá, cuidaram dele com atenção, auxiliando nas medicações e nas refeições. Que Deus os recompense e os abençoe grandemente”, escreveu no seu perfil do Instagram.

    A mensagem coloca em contradição tudo o que ela mesma e os filhos do ex-presidente vinham falando nos últimos meses — que Bolsonaro estava sendo torturado, que não recebia alimentação e cuidados médicos adequados, que não conseguia dormir por causa do barulho do ar condicionado, entre outras reclamações. Essas queixas da família foram as que fizeram o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinar a transferência do ex-presidente para a Sala de Estado-Maior da Polícia Militar, que fica no complexo penitenciário da Papuda.

    A decisão foi tomada após a defesa do ex-presidente argumentar que ele estava em “vulnerabilidade clínica permanente” e correndo risco de vida na sede da Polícia Federal. Tanto a defesa quanto a família de Bolsonaro insistiram por meses para que ele fosse transferido para o regime de prisão domiciliar, para ter mais conforto e atendimento de saúde. Moraes determinou uma série de atendimentos médicos, familiares e judiciários na Papudinha para Bolsonaro.

    Michelle e Tarcísio apelaram a ministros, diz Malafaia

    No entanto, segundo o pastor Silas Malafaia, a transferência só ocorreu porque Michelle e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), teriam apelado a ministros do Supremo Tribunal Federal. “Foram Michelle e Tarcísio que falaram com ministros. A Michelle falou com Gilmar Mendes. Tarcísio interferiu, que eu sei, falou com ministros do STF. Então é preciso atribuir aos dois”, declarou Malafaia para VEJA.

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