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Zelensky flexibiliza discurso e sinaliza que pode negociar território com a Rússia

Líder ucraniano falou sobre o assunto na sede da União Europeia; amanhã ele encontra Trump na Casa Branca

Por Ludmilla de Lima Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 ago 2025, 16h00 •
  • Na sede da União Europeia, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, sinalizou neste domingo, 17, que está disposto a negociar o fim da guerra com a Rússia levando em consideração parte do seu território. “Precisamos de negociações reais, o que significa que podemos começar por onde está a linha de frente agora”, disse ele, após encontrar em Bruxelas a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leven. A fala foi vista como uma flexibilização no discurso, já que o ucraniano dizia que as conversas para um acordo pelo fim do conflito só começariam após retirada de todas as tropas russas das regiões dominadas.

    Após cúpula com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, na sexta, no Alasca, o presidente dos EUA, Donald Trump, recebe Zelensky nesta segunda na Casa Branca. Em apoio, líderes europeus irão acompanhar o ucraniano em Washington. Estão confirmados, além da presidente da Comissão Europeia, o presidente da França, Emmanuel Macron; o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer; o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz; a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, e o secretário-geral da Otan, Mark Rutte.

    Zelenski defende uma pausa no conflito e, apesar da declaração deste domingo interpretada como uma concessão, ele reforçou que não pretende ceder territórios. “A Rússia ainda não teve sucesso na região de Donetsk; Putin não conseguiu capturá-la em 12 anos. E a Constituição da Ucrânia torna impossível renunciar ao território ou trocar terras”, declarou o presidente em entrevista coletiva em Bruxelas ao lado de Ursula von der Leyen. De acordo com ele, a ida à União Europeia foi para discutir o que será falado em Washington. 

    O presidente da Rússia, Vladimir Putin, concordou em permitir que os Estados Unidos forneçam à Ucrânia “garantias de segurança robustas”, como afirmou o enviado especial americano, Steve Witkoff, sobre a conversa entre o russo e Trump no Alasca. O acordo envolveria o não ingresso da Ucrânia na Otan, seguindo posição de Putin.

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