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Trump se prepara para declarar estado de emergência energética nos EUA, diz agência

Medida daria a Trump autoridade para aumentar produção de petróleo e liberar a exploração de áreas anteriormente protegidas pelo governo Biden

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 jan 2025, 13h08 • Atualizado em 20 jan 2025, 13h09
  • O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, deve declarar “emergência energética nacional” com o objetivo de “liberar energia americana acessível e confiável” nesta segunda-feira, 20, após tomar posse na Rotunda do Capitólio, sede do Congresso, de acordo com a agência de notícias Reuters.

    A medida daria à Trump a autoridade para aumentar a produção energética dos Estados Unidos, incluindo a permissão de novas perfurações para extração de petróleo no Alasca e no Oceano Ártico, anteriormente protegidas por políticas do governo do presidente Joe Biden. Suas intenções ficaram claras quando ele passou a usar o slogan “drill, baby, drill” (algo como “perfure, baby, perfure”).

    De acordo com membros da equipe de transição, ouvidos pela Reuters, as ordens de Trump reduziriam “a burocracia, o fardo e as regulamentações” para impulsionar a produção energética e reduzir os custos para os consumidores americanos. Também seria uma estratégia para fortalecer a segurança nacional, especialmente em áreas como o desenvolvimento de inteligência artificial avançada, que demanda grande consumo de eletricidade.

    A declaração de emergência energética também buscaria reverter os esforços do governo Biden de incentivar a produção nacional de veículos elétricos e definir requisitos para eficiência energética de eletrodomésticos comuns, segundo a Reuters.

    Em relação ao Alasca, Trump deve tomar “ações decisivas para liberar o potencial de recursos naturais”, de acordo com novos funcionários da Casa Branca, que citaram uma abundância de recursos como petróleo e gás, frutos do mar, madeira e minerais essenciais.

    Embora os Estados Unidos já estejam atingindo altos níveis de produção de energia, o republicano argumenta que uma produção maior pode ajudar a reduzir os custos de combustível e eletricidade, impactando positivamente os preços de bens e serviços. No entanto, especialistas alertam que o aumento da produção doméstica não garante quedas nos preços globais do petróleo, uma vez que outros países produtores podem reduzir sua oferta para controlar o mercado, com impactos arriscados para o meio ambiente, as mudanças climáticas e aumento das temperaturas globais. Acompanhe a posse AO VIVO.

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