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Trump fala em flexibilizar tarifas sobre China em troca de acordo para venda do TikTok

A chinesa ByteDance, dona do app, tem até 5 de abril para encontrar um comprador ou plataforma será banida dos EUA

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 mar 2025, 08h16 • Atualizado em 27 mar 2025, 09h42
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na noite de quarta-feira 26 que estaria disposto a reduzir as tarifas sobre a China para fechar um acordo com a empresa-mãe do TikTok, a gigante chinesa ByteDance, para vender a rede social usada por 170 milhões de americanos.

    A ByteDance tem até 5 de abril para encontrar um comprador para o TikTok – que não seja chinês. Caso falhe, a plataforma será banida dos Estados Unidos por motivos de segurança nacional, sob acusações de que Pequim poderia usar o app para coletar dados sobre os americanos e influenciar usuário com um viés pró-China. A medida já deveria ter entrado em vigor em janeiro, devido a uma lei aprovada em 2024, mas assim que assumiu a Presidência em 20 de janeiro, Trump emitiu um decreto adiando o prazo (no mês passado, ele disse que poderia estendê-lo ainda mais).

    “Com relação ao TikTok, a China terá que desempenhar um papel nisso, possivelmente na forma de uma aprovação, talvez, e acho que eles farão isso”, disse o presidente dos Estados Unidos a repórteres na quarta-feira. “Talvez eu dê a eles uma pequena redução nas tarifas ou algo para fazer isso”, acrescentou.

    Negociações da Casa Branca

    O comentário sugere que a venda do TikTok é uma prioridade para o governo, e suficientemente importante para usar tarifas como moeda de troca com Pequim. Em fevereiro e no início deste mês, Trump adicionou impostos totalizando 20% às tarifas existentes sobre todas as importações chinesas.

    Fazer com que a China concorde em abrir mão do controle de um negócio de dezenas de bilhões de dólares sempre foi o maior obstáculo para a venda do aplicativo. No passado, Trump já usou tarifas como moeda de troca nas negociações do TikTok – em 20 de janeiro, seu primeiro dia no cargo, ele alertou que poderia impor mais taxas a Pequim caso um acordo não fosse aprovado.

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    O vice-presidente americano, J.D. Vance, disse esperar que os termos gerais de um pacto que solucione a questão da propriedade da rede social sejam consenso até 5 de abril. A agência de notícias Reuters reportou, na semana passada, que as negociações lideradas pela Casa Branca focam em torno de um plano para os maiores investidores da ByteDance de fora da China aumentarem suas participações e adquirirem as operações do TikTok nos Estados Unidos.

    Defensores da liberdade de expressão argumentaram que a proibição ameaça ilegalmente restringir os americanos de acessar a mídia estrangeira, violando a Primeira Emenda da constituição dos Estados Unidos.

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