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Trump demite ‘Barbie do ICE’ e escolhe ex-lutador de MMA para cargo

Saída de Kristi Noem ocorre em meio a críticas de democratas e republicanos às operações migratórias do governo

Por Júlia Sofia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 mar 2026, 17h59 •
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira, 5, a demissão da secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, e indicou como substituto o senador republicano Markwayne Mullin, do estado de Oklahoma. A troca no comando do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) representa a primeira mudança significativa no gabinete de Trump em seu segundo mandato.

    O anúncio foi feito na rede social Truth Social. Na publicação, o presidente afirmou que Mullin assumirá o cargo a partir de 31 de março e destacou o alinhamento do senador com a agenda de segurança e controle migratório da Casa Branca. Antes de ingressar na política, o republicano teve carreira como lutador profissional de MMA.

    Na mensagem publicada nas redes sociais, Trump descreveu Mullin como um político “respeitado e combativo” e afirmou que ele ajudará a reforçar as políticas de segurança e imigração do governo.

    Apesar da saída do cargo, a chamada “Barbie do ICE” não deixará a administração. Segundo o presidente, ela passará a ocupar uma nova função diplomática como enviada especial para o chamado “Escudo das Américas”, uma iniciativa de cooperação em segurança regional que o governo pretende detalhar nos próximos dias.

    A mudança ocorre após semanas de pressão política e desgaste público envolvendo a condução da política migratória do governo. Noem vinha sendo alvo de críticas tanto de democratas quanto de republicanos no Congresso, especialmente após audiências recentes em que parlamentares questionaram sua liderança e a atuação do DHS em operações de imigração.

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    O desgaste se intensificou após a morte de dois cidadãos americanos em ações envolvendo agentes federais em Minneapolis, no estado de Minnesota. Os episódios provocaram protestos e reacenderam o debate sobre a atuação de órgãos como o ICE e a Patrulha da Fronteira nas operações contra imigração irregular.

    A ex-governadora da Dakota do Sul também enfrentou críticas sobre a gestão dos bilhões de dólares destinados ao seu departamento pelo Congresso.

    Criado após os ataques de 11 de setembro de 2001, o DHS é um dos órgãos mais poderosos da estrutura federal americana. A pasta coordena políticas de imigração, segurança de fronteiras, combate ao terrorismo e resposta a desastres naturais, além de supervisionar agências centrais da política migratória do governo, como o Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos Estados Unidos (ICE) e a Patrulha da Fronteira dos Estados Unidos.

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