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Trump cancela novos ataques à Venezuela após ‘cooperação’ e elogia Delcy Rodríguez

Presidente dos EUA diz que segunda ofensiva prevista 'não parece necessária' e celebra soltura de presos, que líder interina afirma ser 'gesto de busca da paz'

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 jan 2026, 09h07 • Atualizado em 9 jan 2026, 09h27
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira, 9, ter cancelado uma segunda onda de ataques à Venezuela devido ao que chamou de “cooperação” do governo interino de Delcy Rodríguez, que assumiu o poder no país sul-americano após a dramática operação americana para capturar o ditador Nicolás Maduro em Caracas no último sábado.

    Trump elogiou um gesto de Rodríguez que, na véspera, libertou presos políticos como um sinal de “busca pela paz”, apesar de ter dito que a medida não faz parte de qualquer acordo.

    “Este é um gesto muito importante e inteligente. Os Estados Unidos e a Venezuela estão trabalhando bem juntos, especialmente no que diz respeito à reconstrução, de uma forma muito maior, melhor e mais moderna, de sua infraestrutura de petróleo e gás”, escreveu Trump em postagem na sua rede, a Truth Social. “Por causa dessa cooperação, cancelei a segunda onda de ataques anteriormente prevista, que parece não ser necessária. No entanto, todos os navios permanecerão em seus postos por questões de segurança”, acrescentou.

    Os comentários do presidente americano vieram horas depois dele ter indicado, em entrevista a um programa da emissora conservadora Fox News, que a líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado, viria a Washington na próxima semana. Foi um giro de 180 graus em sua abordagem, já que, anteriormente, ele havia descartado a ideia de trabalhar com a política nos próximos passos da intervenção na Venezuela (“Ela não tem apoio nem respeito dentro do país”, disparou).

    Em paralelo, Trump havia declarado ao jornal americano The New York Times na quarta-feira 7 que os Estados Unidos estavam “se dando muito bem” com o governo interino da Venezuela, que, liderado pela ex-vice de Nicolás Maduro, manteve em seus postos todas as figuras centrais do chavismo.

    Durante a entrevista à Fox News, Trump também afirmou que se reuniria com executivos do setor petrolífero na Casa Branca nesta sexta para discutir investimentos na Venezuela. Segundo ele, empresas americanas do setor devem direcionar pelo menos US$ 100 bilhões (R$ 539 bilhões, na cotação atual) no país sul-americano, informação que ele reiterou em seu post na Truth Social.

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