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Soprano brasileira é condecorada por rei Charles III em Londres

A cantora lírica Gabriella Di Laccio foi agraciada com medalha da Ordem Mais Excelente do Império Britânico, que reconhece personalidades notáveis

Por Flávio Monteiro 1 out 2025, 10h13 • Atualizado em 1 out 2025, 14h11
  • A soprano brasileira Gabriella Di Laccio foi condecorada pelo rei Charles III na terça-feira 30 como membro da ilustre Ordem Mais Excelente do Império Britânico (MBE, na sigla em inglês). O título é concedido pelo Reino Unido desde 1917 a personalidades que executam serviços notáveis à nação em suas áreas de atuação.

    “Obrigada a todos que fazem parte da minha jornada. Sinto-me totalmente abençoada”, agradeceu Di Laccio nas redes sociais, onde compartilhou uma imagem da medalha entregue durante cerimônia no Castelo de Windsor.

    MEDALHA
    (@gdilaccio/Instagram)

    Em entrevista a VEJA, a cantora revelou a surpresa que teve ao receber uma carta da realeza britânica indicando sua nomeação a MBA. “De tão nervosa, rasguei o envelope. Foi como se minha carreira passasse diante dos olhos”, contou a brasileira, que também fez questão de frisar seu posicionamento na luta pela igualdade de gênero: “O que realmente almejo é que o título sirva como um amplificador para outras vozes femininas”.

    + Confira o depoimento de Gabriella Di Laccio na íntegra: “A música me escolheu”

    Nascida no Rio Grande do Sul e moradora de Londres há mais de 20 anos, Di Laccio se tornou uma referência tanto por sua trajetória enquanto cantora lírica quanto por seu posicionamento social. A Fundação Donne – Women in Music, criada pela artista em 2018, se dedica a ampliar a visibilidade e as oportunidades de mulheres no meio musical.

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    Segundo a soprano, a ideia para a iniciativa surgiu por acaso, enquanto lia um livro sobre compositoras da música clássica. “Embora já fosse experiente, notei que não conhecia quase nenhuma, o que me deu raiva e vergonha. Como era possível que tantas vozes fossem apagadas? Comecei a investigar e me tornei obcecada por tornar esses nomes visíveis”, revelou.

    A artista também entrou para o Guinness World Records em 2024, ao organizar o mais longo concerto acústico já registrado, com mais de 26 horas de obras produzidas por 140 mulheres e pessoas não binárias.

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