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Rio fica vermelho vivo em cidade próxima a Buenos Aires; veja fotos

Tonalidade semelhante a sangue assustou habitantes locais, que há muito denunciam a poluição industrial na área da Argentina

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 7 fev 2025, 13h17 •
  • A água do rio Sarandí, na província de Buenos Aires, ficou vermelha viva em um tom semelhante a sangue nesta quinta-feira 6, assustando argentinos locais.

    A suspeita é de que o fenômeno tenha sido causado pelo vazamento de corante têxtil ou resíduos químicos de uma fábrica próxima ao rio, que atravessa o município de Avellenada, a quase 10 quilômetros da capital argentina.

    Rio Sarandí, em subúrbio da capital argentina, Buenos Aires, fica vermelho vivo. 06/02/2025
    Rio Sarandí, em subúrbio da capital argentina, Buenos Aires, fica vermelho vivo. 06/02/2025 (Luciano Gonzalez/Getty Images)

    O Ministério do Meio Ambiente disse em um comunicado que amostras de água foram retiradas do rio Sarandí, que deságua no Prata e faz fronteira com uma reserva ecológica, para determinar a causa da mudança de cor.

    “Nosso laboratório de análise móvel foi enviado para a área e dois litros de água foram retirados como amostras para análise química básica e cromatografia líquida, a fim de determinar qual substância orgânica foi responsável pela descoloração. Acredita-se que seja algum tipo de coloração orgânica”, disse o departamento regional de meio ambiente em um comunicado. 

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    Os habitantes locais, que há muito reclamam da poluição industrial na área, relataram que um cheiro “nauseante” estava emanando da água e que o episódio é apenas o exemplo mais recente da contaminação do Sarandí.

    Rio Sarandí, em subúrbio da capital argentina, Buenos Aires, fica vermelho vivo. 06/02/2025
    Rio Sarandí, em subúrbio da capital argentina, Buenos Aires, fica vermelho vivo. 06/02/2025 (Luciano Gonzalez/Getty Images)

    Uma moradora, María Ducomls, disse a agência de notícias AFP que o corpo d’água parecia “um riacho sangrento” e que já tinha visto uma série de cores diferentes no passado — “azulado, um pouco verde, rosa, um pouco lilás, com graxa por cima”.

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    “Você não precisa ser uma inspetora para perceber o quão poluído é o pobre riacho de Sarandí”, completou.

    Durante a tarde, a cor da água já havia perdido um pouco de sua intensidade, segundo a AFP.

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