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Rei Charles será o primeiro monarca britânico a rezar com um papa em 500 anos; entenda

Em 'momento significativo', Charles se juntará a Leão XIV em um serviço ecumênico na Capela Sistina

Por Paula Freitas Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 out 2025, 12h06 • Atualizado em 17 out 2025, 18h17
  • O rei Charles III se tornará o primeiro monarca inglês a rezar publicamente com um papa desde 1534, quando Henrique VIII rompeu com a Igreja Católica e fundou a Anglicana, com o objetivo de anular o casamento com Catarina de Aragão. Charles visitará o Vaticano na próxima quarta-feira, 22, quando se juntará a Leão XIV em um serviço ecumênico na Capela Sistina, no que é definido como um “momento significativo” nas relações entre as duas instituições religiosas. Ele estará acompanhado da rainha consorte, Camilla.

    Além disso, Charles e Camilla visitarão a Basílica de São Paulo Fora dos Muros. O monarca também concordou com a sugestão aprovada pelo pontífice de se tornar “confrade real” da abadia, num sinal de “confraternidade”. Foi criado um assento especial para Charles, decorado com o brasão do rei, que permanecerá na basílica para marcar o respeito de Leão ao chefe de Estado da Inglaterra. Ele estreará a cadeira, herança para os seus descendentes, em um serviço ecumênico no local.

    “Esta será a primeira visita de Estado, desde a Reforma, em que o papa e o monarca rezarão juntos em um serviço ecumênico na Capela Sistina, e a primeira vez que o monarca participará de um serviço na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, uma igreja com uma conexão histórica com a coroa inglesa”, salientou um porta-voz do Palácio de Buckingham ao jornal britânico The Guardian

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    ‘Momento-chave’

    Um porta-voz da Igreja da Inglaterra também destacou o simbolismo do momento após séculos de “desconfiança mútua”. O título de confrade real, “embora não confira deveres ou obrigações ao rei e não faça nenhuma alteração na posição constitucional e eclesiástica formal de sua majestade como governador supremo da Igreja da Inglaterra, é uma homenagem a sua majestade e ao seu próprio trabalho ao longo de muitas décadas para encontrar um terreno comum entre as religiões e unir as pessoas”, acrescentou ao The Guardian.

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    A decisão acontece após um importante passo dado pela mãe de Charles, a rainha Elizabeth II, que se tornou a primeira monarca britânica desde a Reforma Protestante a fazer uma visita oficial à Santa Sé, em 1961. Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido disse que, em meio a tantos conflitos e à crescente instabilidade global, “o relacionamento do Reino Unido com a Santa Sé é mais importante do que nunca – e esta histórica visita de Estado será um momento-chave para fortalecer esse relacionamento”.

     

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