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Putin liga para Maduro para manifestar apoio em meio a escalada de tensão EUA-Venezuela

Telefonema ocorre pouco após as Forças Armadas americanas capturarem um petroleiro em águas próximas ao litoral venezuelano

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 dez 2025, 14h03 • Atualizado em 11 dez 2025, 14h10
  • O presidente da Rússia, Vladimir Putin, telefonou ao ditador venezuelano, Nicolás Maduro, nesta quinta-feira, 12, para demonstrar seu apoio diante da escalada de tensões entre Venezuela e os Estados Unidos, que apreenderam um petroleiro próximo à costa do país sul-americano na véspera.

    “Vladimir Putin expressou solidariedade com o povo venezuelano e confirmou seu apoio à política do governo de Maduro, dirigida a proteger os interesses e a soberania nacional diante da crescente pressão externa”, disse o Kremlin em um comunicado.

    Nos últimos meses, o presidente americano, Donald Trump, intensificou a pressão sobre Caracas, principalmente com uma mobilização militar sem precedentes no Caribe. Em entrevista ao portal de notícias americano Politico nesta semana, ele afirmou que os “dias de Maduro estão contados”, recusando-se, porém, a dizer se estaria disposto a enviar soldados para invadir a Venezuela.

    Na noite de quarta-feira 10, a situação escalou quando as Forças Armadas americanas capturaram um petroleiro em águas próximas ao litoral venezuelano. Plataformas de rastreamento apontam que a última viagem da embarcação foi entre o porto de Basra, no Iraque, e Georgetown, capital guianense. O navio transportava 1,1 milhão de barris de petróleo bruto, segundo o site especializado MarineTraffic, e havia sido sancionado pelo Tesouro americano em 2022 por supostos vínculos com a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã e o Hezbollah.

    De acordo com o jornal americano The Washington Post, o petroleiro estava a caminho de Cuba, que também manifestou apoio à Venezuela nesta quinta-feira.

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    “Expressamos a mais firme condenação ao ataque ao navio-petroleiro venezuelano por forças militares dos Estados Unidos, ato de pirataria que evidencia uma escalada na agressão americana contra a Revolução Bolivariana”, escreveu no X (ex-Twitter) o primeiro-ministro cubano, Manuel Marrero.

    Também nesta quinta, o líder de Belarus, Alexander Lukashenko, teve o segundo encontro em duas semanas com o embaixador venezuelano em Moscou, em meio a especulações de que caso Maduro seja pressionado a deixar o poder, ele e sua família possam receber refúgio em Minsk.

    Lukashenko recebeu o embaixador Jesús Rafael Salazar Velázquez pela primeira vez em 25 de novembro. Dois dias antes, em um telefonema entre Trump e Maduro, o ditador venezuelano disse ao presidente dos Estados Unidos que estava pronto para deixar a Venezuela, desde que ele e sua família recebessem anistia legal completa, segundo apuração da agência de notícias Reuters.

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