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OEA se reúne nesta terça-feira para discutir questão da Venezuela

Brasil deve adotar mesmo tom de outros pronunciamentos e condenar os ataques americanos, mas não é esperado que países encontrem consenso

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 jan 2026, 08h32 •
  • O Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) realizará, nesta terça-feira, 6, uma reunião extraordinária para analisar a situação na Venezuela. O encontro na sede da instituição, em Washington, nos Estados Unidos, foi marcado para 10h locais (12h em Brasília).

    A reunião ocorre três dias após a operação militar americana que levou à captura de Nicolás Maduro, um episódio que expôs posicionamentos diferentes entre os países das Américas. A exemplo do que ocorreu no debate do Conselho de Segurança das Nações Unidas na segunda-feira 5, é provável que as conversas na OEA também terminem sem consenso.

    Fundada em 1948, a OEA reúne 35 países das Américas, representando o principal fórum político, jurídico e social da região. Conta ainda com setenta observadores permanentes e a União Europeia. A missão oficial da instituição é promover a paz, a justiça e a defesa da soberania dos países membros.

    Mais cedo, o governo Lula indicou que usará o encontro para voltar a se manifestar contra os ataques dos Estados Unidos a Caracas e contra o uso da força em territórios estrangeiros. O Brasil será representado pelo embaixador Benoni Belli, e espera-se que o discurso siga as posições já adotadas pelo presidente e por diplomatas na ONU.

    Em pronunciamento no Conselho de Segurança, o embaixador do Brasil na ONU, Sérgio Danese, afirmou que “não podemos aceitar que os fins justifiquem os meios”, alertando para o risco de países mais fortes definirem unilateralmente o que é justo na região, criticou a criação de “protetorados” na América Latina e condenou invasões, que trazem “consequências lamentáveis”.

    No sábado 3, dia dos ataques americanos, Lula declarou por meio das redes sociais que os bombardeios e a prisão de Maduro ultrapassam uma “linha inaceitável” e criam um “precedente perigoso para toda a comunidade internacional”.

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