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O novo capítulo da crise política na França de Macron

Sébastien Lecornu havia sido escolhido como primeiro-ministro em setembro, mas não resistiu

Por Da Redação
6 out 2025, 06h31 • Atualizado em 6 out 2025, 06h50
  • O primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, renunciou ao cargo nesta segunda-feira, 6, menos de um mês após assumir, agravando ainda mais a crise política do governo do presidente Emmanuel Macron.

    Lecornu havia sido nomeado em 9 de setembro e foi o terceiro premiê francês em um ano, o quinto do segundo mandato de Macron, que começou em 2022. Seu antecessor foi François Bayrou, que ficou no posto por nove meses.

    O agora ex-primeiro-ministro apresentou sua carta de demissão horas após Macron anunciar uma nova composição de governo, com mudanças de ministros. O Palácio do Eliseu confirmou que o presidente aceitou a renúncia.

    “Eu estava pronto para ceder, mas cada partido político queria que o outro adotasse todo o seu programa”, afirmou Lecornu em discurso no Palácio de Matignon, sede do gabinete do premiê.

    Com 39 anos, Lecornu era conservador, mas se juntou com movimento centrista de Macron em 2017.

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    Sébastien Lecornu
    Sébastien Lecornu logo após anunciar sua renúncia do cargo de primeiro-ministro da França – 06/10/2025 (Stephane Mahe / POOL/AFP)

    Crise política na França

    A França vive um período de instabilidade e crise política desde o ano passado, quando Macron convocou eleições antecipadas, mas também passa por uma crise econômica: é o país da União Europeia mais endividado em termo absolutos.

    Com a saída de Lecornu, resta saber se Macron vai dissolver o parlamento e convocar outra eleição antecipada, como deseja a oposição, principalmente a extrema direita.

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    Presidente do partido de extrema direita União Nacional, Jordan Bardella afirmou que “não haverá um retorno à estabilidade sem um retorno às urnas e a dissolução da assembleia nacional”.

    “Foi claramente Emmanuel Macron quem decidiu este governo. Ele não entendeu nada da situação política em que nos encontramos”, acrescentou o aliado de Marine Le Pen.

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