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Número de mortos na Venezuela por ataque dos EUA sobe para 80, diz The New York Times

Os governos do Brasil, Espanha, México, Chile, Colômbia e Uruguai rechaçaram o ataque americano

Por Bruno Andrade Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 jan 2026, 15h58 •
  • O número de mortos na Venezuela pelo ataque dos Estados Unidos no último sábado, 3, subiu de 40 para 80 mortos, mostra reportagem publicada no The New York Times neste domingo, 4. Segundo o jornal, a informação foi passada por fontes ligadas ao regime chavista na condição de anonimato.

    Oficialmente, a Venezuela afirma que  o número de mortos na ação americana é 40 mortos. O funcionário do alto escalão venezuelano afirmou que a contagem de mortos de subir ainda mais nos próximos dias. O governo americano atacou a Venezuela e capturou o ditador, Nicolás Maduro, na madrugada do último sábado, 3.

    Em coletiva com a impressa, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os EUA devem governar a Venezuela. O líder americano informou ainda que o mercado petroleiro venezuelano será aberto para as empresas americanas. Conforme esta reportagem, as reservas de petróleo da Venezuela podem chegar a US$ 18,4 trilhões.

    Os governos do Brasil, Espanha, México, Chile, Colômbia e Uruguai emitiram uma nota conjunta neste domingo, 4, expressando profunda preocupação e rechaço diante das ações militares executadas unilateralmente no território da Venezuela.

    Segundo a nota, as medidas americanas contrariam princípios fundamentais do direito internacional, em particular a proibição do uso e da ameaça do uso da força, o respeito à soberania e à integridade territorial dos Estados, consagrados na Carta das Nações Unidas.

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    “Tais ações constituem um precedente extremamente perigoso para a paz e a segurança regionais e para a ordem internacional baseada em normas, além de colocarem em risco a população civil”, diz a nota.

    A nota reitera que a situação na Venezuela deve ser resolvida exclusivamente por meios pacíficos, por meio do diálogo, da negociação e do respeito à vontade do povo venezuelano em todas as suas expressões, sem ingerências externas e em conformidade com o direito internacional.

    “Reafirmamos que apenas um processo político inclusivo, liderado pelas venezuelanas e pelos venezuelanos, pode conduzir a uma solução democrática, sustentável e respeitosa da dignidade humana”, afirma a nota. Veja detalhes do posicionamento nesta reportagem.

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