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‘Não haverá mais petróleo ou dinheiro venezuelano para Cuba’, diz Trump

Após derrubar Maduro, presidente dos EUA ameaça o regime cubano: ‘Façam um acordo antes que seja tarde’

Por Felipe Erlich Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 jan 2026, 12h06 •
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o regime cubano e criticou a relação que o país mantinha com a Venezuela antes da queda de Nicolás Maduro. O líder americano afirmou que, após a destituição de Maduro, que foi levado à força para os EUA no dia 3 de janeiro, Cuba não pode contar com recursos venezuelanos: “Não haverá mais petróleo ou dinheiro indo para Cuba”, escreveu em uma rede social, neste domingo, 11.

    Em tom de ameaça, Trump ainda disse que o país socialista deveria mudar de rumo e fazer um aceno aos EUA: “Sugiro fortemente que eles (Cuba) façam um acordo (com os EUA) antes que seja tarde demais”

    Forças de inteligência cubanas auxiliaram o regime venezuelano, prestando papel de segurança de Maduro. A relação estreita entre as duas ditaduras latino-americanas garantia o recebimento de barris de petróleo por parte de Cuba. Trump afirma que a ilha caribenha “viveu por muitos anos” graças aos recursos energéticos da Venezuela, o que não vai seguir ocorrendo.

    A intervenção americana que resultou na queda de Maduro também mirou os agentes de segurança cubanos que o protegiam, segundo o presidente dos EUA. “A maioria desses cubanos estão mortos como consequência do ataque dos EUA na última semana”, disse.

    Com a eliminação e a dispersão de agentes cubanos no território venezuelano, os Estados Unidos ficam responsáveis pela segurança do país, corroborando com a lógica de protetorado defendida pelo governo americano. “A Venezuela não precisa mais da proteção de bandidos e extorsionistas que a mantiveram refém por tantos anos”, escreveu Trump. “Agora a Venezuela conta com os Estados Unidos da América, a maior potência militar do mundo (de longe) para protegê-la. E nós vamos protegê-los”, concluiu.

    Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram levados para uma prisão em Nova York, nos Estados Unidos, há cerca de uma semana. Eles aguardam julgamento sob a acusação de narcoterrorismo. Quando o casal foi capturado, o governo cubano afirmou que 32 dos seus agentes de inteligência no país sul-americano foram mortos. O regime caribenho recebe cerca de 30% do seu petróleo da Venezuela.

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