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Ministro dinamarquês rebate críticas de vice-presidente dos EUA sobre Groenlândia

Vice de Trump, JD Vance havia dito que a Dinamarca "não fez o trabalho necessário" pelos habitantes da região

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 mar 2025, 18h00 •
  • O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, partiu para o contrataque após recentes declarações do vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, a respeito da atuação da Dinamarca na Groenlândia. Em uma postagem nas redes sociais no sábado, 29, Rasmussen criticou o tom das palavras de Vance, que sugeriu que a Dinamarca não estava fazendo o suficiente pelo território autônomo.

    “Estamos abertos a críticas, mas a forma como elas foram expressadas não é bem-vinda. Este não é o modo de tratar aliados próximos”, afirmou o ministro dinamarquês em uma postagem no X.

    A polêmica surgiu durante a visita de Vance à base militar Pituffik, na Groenlândia, onde ele declarou que a Dinamarca “não fez o trabalho necessário” pelos habitantes locais, citando o baixo nível de investimentos no povo groenlandês e na segurança da região. Vance, acompanhado de uma comitiva de autoridades, fez essas afirmações em um momento de crescente atenção internacional à Groenlândia, que possui vastas reservas de recursos naturais não explorados.

    A base de Pituffik, localizada no extremo norte da Groenlândia, é considerada pelos Estados Unidos um ponto estratégico devido à sua proximidade com a Rússia. Conhecida anteriormente como Base Aérea de Thule, a instalação tem sido um marco da segurança nacional dos EUA desde a Guerra Fria, quando servia como um alerta para possíveis ataques soviéticos. Hoje, ela continua a desempenhar um papel crucial em monitoramento aéreo e submarino, além de ser parte integrante da infraestrutura de defesa dos EUA.

    Além de sua importância militar, a Groenlândia também atrai atenção por seu enorme potencial de recursos minerais e energéticos, embora a exploração de petróleo e urânio ainda seja proibida. As disputas sobre a soberania e os interesses estratégicos no território já foram levantadas anteriormente, como durante a tentativa frustrada de compra do território por parte do ex-presidente Donald Trump.

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