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Militares dos EUA surpreendem com visita a Belarus para ver treino de guerra com Rússia

Trump vem cultivando laços mais estreitos com o líder bielorrusso e aliado de Putin, Alexander Lukashenko, enquanto tenta encerrar a guerra na Ucrânia

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 set 2025, 08h34 • Atualizado em 15 set 2025, 12h01
  • Oficiais militares dos Estados Unidos fizeram uma visita surpresa a Belarus para observar os exercícios de guerra conjuntos entre a pequena nação do no Leste Europeu e a Rússia nesta segunda-feira, 15. A informação foi confirmada pelo ministro da Defesa bielorrusso, Viktor Khrenin, que disse que os americanos poderiam analisar “o que for do seu interesse”.

    Rússia e Belarus iniciaram o exercício “Zapad-2025” em campos de treinamento em ambos os países na última sexta-feira 12, em um contexto de tensão crescente com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Dois dias antes, a Polônia, membro da aliança militar ocidental, derrubou quase uma dezena de drones russos que invadiram seu espaço aéreo.

    Surpresa

    A presença dos americanos em Belarus foi apresentada pelo Ministério da Defesa do país como uma surpresa.

    “Quem imaginaria como começaria a manhã de mais um dia do exercício Zapad-2025?”, afirmou a pasta em um comunicado, destacando a presença deles entre representantes de 23 países, incluindo dois outros Estados-membros da Otan: Turquia e Hungria.

    O ministério divulgou um vídeo mostrando dois militares americanos uniformizados agradecendo a Khrenin pelo convite e apertando sua mão.

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    “Mostraremos o que for do seu interesse. O que vocês quiserem. Podem ir lá e ver, conversar com as pessoas”, disse o ministro da Defesa aos americanos, que se recusaram a falar com a imprensa.

    Relação EUA-Belarus

    Este é o mais recente sinal de aproximação entre Washington e Minsk. A nação aliada da Rússia permitiu que Moscou usasse seu território como plataforma de lançamento para a invasão à Ucrânia que deu início à guerra no Leste Europeu, em fevereiro de 2022.

    John Coale, um representante do governo de Donald Trump, esteve em Minsk na semana passada para conversas com o líder bielorrusso, Alexander Lukashenko. Na ocasião, o homem que ganhou apelido de “último ditador da Europa” — embora esses pareçam estar em ascensão — concordou em libertar 52 pessoas detidas em suas prisões, incluindo jornalistas e oponentes políticos.

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    Em troca, os Estados Unidos concederam alívio das sanções à companhia aérea estatal Belavia, permitindo que ela preste serviços e compre componentes para sua frota, que inclui aeronaves Boeing. Trump quer reabrir a embaixada americana em Belarus em um futuro próximo, normalizar os laços com o país e reavivar a relação econômica e comercial entre Washington e Minsk, segundo Coale.

    O presidente republicano, que empreende esforços para negociar o fim da guerra na Ucrânia (o mais rápido possível), vem cultivando laços mais estreitos com Lukashenko, o líder que mantém canal de comunicação direto e frequente com o chefe de Estado da Rússia, Vladimir Putin. Na semana passada, por meio de Cole, Trump enviou ao bielorrusso uma carta amigável, assinada à mão.

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