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Militares de Israel recuperam corpos de seis reféns na Faixa de Gaza

Exército diz que os homens mortos eram todos civis e foram sequestrados de um kibutzim no sul do país durante ataque do Hamas em 7 de outubro

Por Redação 20 ago 2024, 08h44

As Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram nesta terça-feira, 20, terem recuperado os corpos de seis reféns que foram capturados durante os ataques do Hamas contra comunidades do sul israelense em 7 de outubro, que fizeram eclodir a guerra, e levados para a Faixa de Gaza.

Os corpos foram encontrados durante uma operação militar noturna em Khan Younis, cidade no sul de Gaza. As vítimas foram identificadas como Yagev Buchshtab, Alexander Dancyg, Avraham Munder, Yoram Metzger, Nadav Popplewell e Chaim Peri, todos civis sequestrados de suas casas na fronteira entre Israel e Gaza.

Os militares não deram detalhes sobre como ou quando os homens morreram. Nos últimos meses, as famílias de todos os seis já haviam anunciado que eles haviam sido mortos, segundo informações baseadas em inteligência das FDI.

Dez meses de cativeiro

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, elogiou o feito e disse que “nossos corações doem pela terrível perda”. “O estado de Israel continuará a fazer todos os esforços para devolver todos os nossos reféns — os vivos e os mortos”, disse ele.

As identidades dos estimados 120 israelenses que permanecem em cativeiro em Gaza, e como eles podem ser libertados, é um dos principais obstáculos nas negociações de cessar-fogo. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, descreveu a nova rodada de conversas como “a última oportunidade” de intermediar um acordo de trégua.

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Durante um cessar-fogo de uma semana em novembro, 105 reféns israelenses foram libertados em troca de 240 mulheres e crianças palestinas mantidas em prisões de Israel. Desde então, acredita-se que pelo menos 43 reféns morreram em cativeiro, de acordo com estimativas israelenses. Esse número inclui três que foram mortos por engano por soldados das FDI em dezembro outro que faleceu em uma missão de resgate fracassada. O Hamas alegou que vários morreram devido a bombardeios israelenses.

Autoridades americanas foram acusadas de serem muito otimistas na visão de que um acordo está “muito próximo”. Na segunda-feira, o gabinete de Netanyahu divulgou uma rara declaração pública apoiando a proposta dos Estados Unidos, mas ainda há grandes diferenças entre os dois lados das negociatas. O Hamas decidiu não participar diretamente desta rodada e disse que a última proposta na mesa se aproxima demais das demandas de Israel.

Ameaças de escalada das agressões

Blinken viaja ao Egito e ao Catar nesta terça-feira para mais negociações após manter reuniões em Israel na segunda-feira. A viagem do chefe da diplomacia americana ao Oriente Médio — a nona desde o início da guerra — é um esforço renovado para intermediar um cessar-fogo, especialmente após os assassinatos do vice-comandante do Hezbollah e do chefe político do Hamas, Ismail Haniyeh, no Líbano e no Irã, respectivamente.

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Teerã e a poderosa milícia libanesa Hezbollah ameaçaram contra-atacar Israel pelos dois episódios.

O fim das hostilidades em Gaza é considerado a melhor maneira de esfriar as tensões regionais. Junto com outras milícias aliadas ao Irã – na Síria, Iraque e Iêmen –, o Hezbollah disse que interromperia seus ataques a Israel e aos ativos americanos na região quando a guerra chegar ao fim.

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