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Milei anuncia primeira viagem internacional como presidente eleito

Ultraliberal viaja em meio à intensa agenda de transição de governo

Por Da Redação
Atualizado em 23 nov 2023, 15h03 - Publicado em 23 nov 2023, 14h51

Em meio aos intensos trabalhos de transição de governo, o presidente eleito da Argentina, Javier Milei, anunciou sua primeira viagem internacional. Na sexta-feira, 24, o ultraliberal parte em um voo privado para Nova York, onde irá visitar o túmulo do rabino Menachem Mendel Schneerson, conhecido como “el rebe de Lubavitch” e considerado milagroso.

Milei também recebeu um convite para visitar Washington e ter reuniões na Casa Branca, no Departamento de Estado e na Secretaria do Tesouro.

Não é a primeira vez que o presidente eleito argentino viaja este ano para os Estados Unidos. Ele também visitou Nova York em julho, já esteve em Miami em setembro, e também fez uma viagem curta para fazer o shabat junto a membros da comunidade judia.

+ ‘Se Lula quiser vir, será bem-vindo’, diz Javier Milei sobre sua posse

O economista já havia sido antecipado, tanto antes como depois das eleições, que suas primeiras viagens oficiais seriam aos Estados Unidos e a Israel. Segundo detalhado em uma entrevista recente, seu plano era embarcar primeiro em um avião para Miami e depois outro com destino a Tel Aviv, com uma escala por Nova York.

Ele declarou que este itinerário “tem uma conotação mais espiritual” que de caráter diplomático, já que vai “visitar rabinos amigos que estão nos dois lugares”.

A possibilidade de uma curta etapa de trabalho em Washington apareceu após o convite que Joe Biden formalizou diante do presidente eleito para parabenizar o seu triunfo e colocar em marcha uma relação pessoal para frente.

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Durante o telefonema com Biden, os dois líderes falaram sobre energia e alimentação, e Milei o parabenizou pela boa gestão que Biden teve ao conseguir a libertação dos reféns pelo Hamas.

“A comunicação foi muito amigável, falamos sobre a libertação de reféns de Israel, falamos também sobre a Argentina poder produzir energia e alimentos. Depois as coisas habituais que se deseja ardentemente, que é que cada país possa prosperar”, disse Diana Mondino, possível futura ministra das Relações Exteriores.

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