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Irã confrma morte do líder supremo Ali Khamenei

"O líder supremo da revolução foi martirizado", dizem as publicações da mídia estatal

Por Redação VEJA
28 fev 2026, 22h59 • Atualizado em 28 fev 2026, 23h19
  • A mídia estatal do Irã confirmou neste sábado, 28, a morte do aiatolá Ali Khamenei, de acordo com informações da agência de notícias Reuters. A morte foi divulgada pela agência Fars em seu perfil no X e no Telegram. “O líder supremo da revolução foi martirizado”, dizem as publicações. De acordo com a nota, o gabinete de governo declarou 40 dias de luto nacional.

    Segundo o texto, Khamenei foi morto enquanto cumpria os seus deveres no escritório e não estava escondido. “Seu martírio em seu local de trabalho provou, mais uma vez, a falsidade da guerra psicológica do inimigo”, afirma a nota.

    Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou a morte do líder de 86 anos durante os bombardeios conduzidos por forças americanas e israelenses. O anúncio foi feito por meio de uma rede social, em uma mensagem de forte teor político e militar, na qual Trump também defendeu a continuidade dos ataques.

    “Khamenei, uma das pessoas mais malignas da história, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e seu bando de capangas sanguinários”, escreveu o presidente. Na publicação, ele afirmou que o líder iraniano “não conseguiu escapar de nossos sistemas de inteligência e de rastreamento altamente sofisticados” e ressaltou que a operação foi conduzida “em estreita colaboração com Israel”.

    A declaração vai além da confirmação da morte e revela o objetivo estratégico da Casa Branca: enfraquecer — e potencialmente derrubar — o atual regime iraniano. Ao afirmar que “este é o maior momento para o povo iraniano retomar o próprio país”, Trump sinaliza que a ofensiva militar está associada à expectativa de mudança de governo em Teerã. Ele também declarou esperar que integrantes da Guarda Revolucionária e das forças de segurança “busquem imunidade” e se unam à população, sugerindo incentivo à dissidência interna.

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