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Memes pró-China mostram Trump, Musk e americanos como trabalhadores braçais

Publicações nas redes sociais acontecem em meio à guerra comercial entre Washington e Pequim

Por Paula Freitas Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Caio Saad Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 abr 2025, 11h11 •
  • Vídeos publicados nas redes sociais mostram o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e cidadãos americanos estereotipados como trabalhadores braçais em fábricas. Os memes pró-China, criados com inteligência artificial, circulam em meio à guerra comercial entre Washington e Pequim, iniciada pelo amplo tarifaço de Trump, na semana passada. Em retaliação à taxa de 104% imposta pelos EUA, o governo chinês anunciou nesta quarta-feira, 9, impostos adicionais de 84% a produtos americanos.

    Em um dos vídeos, o republicano aparece costurando uma roupa numa fábrica, enquanto o magnata Elon Musk surge como trabalhador de uma linha de produção de celulares. O título da publicação ironiza: “América após impor tarifas de 104% à China”. Ao final, surge a frase “Make America Great Again”, slogan de campanha de Trump, desponta ao final da produção. Em outra postagem, ao som de uma música chinesa, americanos estereotipados — pessoas brancas e obesas — viram funcionários da indústria têxtil.

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    + ‘Taxa das blusinhas’ de Trump: EUA triplicam tarifas de pacotes da Shein

    Guerra comercial

    O tarifaço de Trump, que tem provocado quedas generalizadas nas bolsas globais, segue impactando os mercados nesta quarta. A bolsa de Tóquio registra baixa de mais de 3% e os mercados europeus abriram o dia em queda, com recuos de mais de 2% nos índices das principais bolsas do Reino Unido, Alemanha, França e Holanda. Os mercados da China, por sua vez, operam com estabilidade.

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    A China prometeu “lutar até o fim” e acusa os Estados Unidos de praticarem unilateralismo, protecionismo e intimidação econômica com a imposição de tarifas adicionais sobre produtos chineses. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, afirmou que a postura americana de colocar seus próprios interesses acima das regras internacionais prejudica a estabilidade da produção global e da cadeia de suprimentos, além de comprometer a recuperação econômica mundial.

    Pequim é a mais afetada pelo renovado protecionismo dos Estados Unidos. Na semana passada, o presidente americano, Donald Trump, anunciou uma nova tarifa de 34% sobre produtos chineses, como parte do que chamou de “Dia da Libertação para a América”. A medida soma-se a outras duas rodadas de tarifas de 10% aplicadas em fevereiro e março, que, segundo o republicano, são uma resposta à suposta responsabilidade da China na crise do fentanil.

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