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Kerry chega ao Cairo na primeira escala de sua viagem pelo Oriente Médio

Trata-se da primeira reunião oficial entre Estados Unidos e Egito desde a destituição do presidente islamita Mohammed Mursi

Por Da Redação
3 nov 2013, 09h53

O secretário de Estado americano, John Kerry, chegou neste domingo ao Cairo para uma visita de algumas horas, na primeira viagem de um alto funcionário dos Estados Unidos ao Egito desde a destituição do presidente islamita Mohammed Mursi.

A viagem ao Cairo é a primeira escala dentro da viagem que levará Kerry nos próximos dias a oito países, entre eles Arábia Saudita, Israel e Jordânia.

Na sua visita, Kerry se reunirá com as autoridades egípcias para tratar das relações bilaterais e de assuntos como o conflito sírio e as negociações de paz entre israelenses e palestinos.

‘O presidente Barack Obama e o povo americano apoiam o povo egípcio”, disse Kerry em entrevista coletiva depois de se reunir com seu colega egípcio, Nabil Fahmi. “Trata-se de uma relação vital para nós, e estamos preparados para ajudar nessa tremenda transformação pela qual está passando este país.”

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Segundo o chefe da diplomacia americana, seu governo está “decidido a apoiar e ajudar o governo interino atual”.

Kerry informou que o presidente provisório do Egito, Adly Mansour, escreveu recentemente uma carta a Obama, na qual lhe oferecia abrir um “diálogo estratégico” – algo que os Estados Unidos aceitaram.

Recentemente, os Estados Unidos congelaram parte da ajuda que prestavam ao Egito, principalmente no campo militar. Está prevista a suspensão de uma transferência de 260 milhões de dólares à vista e de outros 300 milhões de dólares em garantias de empréstimo, bem como a entrega de helicópteros Apache e caças F-16.

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Kerry, no entanto, tratou de reduzir a importância do corte da ajuda econômica ao Egito, afirmando que a relação bilateral não deveria “definir-se pela assistência”. Ele prometeu que ainda haverá transferência de recursos nos campos da saúde, do investimento privado e da educação, com bolsas de estudos. Disse que os cortes militares não vão impactar programas de segurança fronteiriça e combate ao terrorismo.

Kerry condenou qualquer ato de violência no país, principalmente os atentados contra as forças de segurança, e ressaltou a importância de que se estabeleça brevemente no país um governo “civil, inclusivo e eleito democraticamente”, além de um novo regime constitucional.

(Com agência EFE)

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