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Hezbollah pagará US$ 77 milhões e aluguel a famílias afetadas pela guerra no Líbano

Iniciativa é apoiada financeiramente pelo Irã, aliado da milícia libanesa e do grupo palestino radical Hamas

Por Da Redação
5 dez 2024, 17h54

A milícia libanesa Hezbollah pagará, ao todo, US$ 77 milhões (cerca de R$ 462 milhões) em dinheiro a famílias afetadas pela guerra com Israel, disse o líder da organização, Naim Qassem, nesta quinta-feira, 5. A iniciativa é apoiada financeiramente pelo Irã, aliado do Hezbollah e do grupo palestino radical Hamas. Em discurso gravado, Qassem também apelou aos “irmãos árabes” e à comunidade internacional a participarem da reconstrução do país, devastado por explosões israelenses. 

Além dos pagamentos, que variam de US$ 300 a US$ 400, o Hezbollah oferecerá uma quantia de $ 8.000 para pessoas que tiveram suas casas arrasadas pelo conflito, bem como um ano de aluguel, no valor de $ 6.000 para moradores de Beirute, capital do Líbano, e $ 4.000 para os que vivem fora da cidade, enquanto aguardam o fim do confronto.

Qassem afirmou que, até o momento, já foram pagos cerca de US$ 50 milhões à população. Bombardeios israelenses destruíram, em peso, áreas ao sul de Beirute a o leste libanês. Segundo o Banco Mundial, 100 mil casas foram parcial ou totalmente danificadas no país durante o conflito, com prejuízos de US$ 3,2 bilhões (mais de RS$ 19 bilhões). 

+ Após ataques, Líbano pede que EUA e França pressionem Israel a respeitar trégua

Cessar-fogo

O anúncio ocorre pouco mais de uma semana após o início do cessar-fogo com Israel, que foi acusado pelas Nações Unidas e por autoridades do Líbano de desrespeitar a trégua ao realizar ataques contra o país. As denúncias são rejeitadas pelo governo israelense, que diz estar acatando os termos e alega que, na verdade, o grupo militante que está descumprindo.

Autoridades libanesas pediram que os Estados Unidos e a França, mediadores do acordo, pressionem Israel a respeitar as regras da trégua, informou a agência de notícias Reuters nesta terça-feira, 3. O esforço diplomático ocorre após dezenas de operações militares israelenses em solo libanês, que Beirute considerou violações.

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Na segunda-feira 2, ataques aéreos das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) mataram ao menos 12 pessoas no Líbano, nas cidades de Hariss e Taloussa, no sul do país. O Exército israelense também emitiu ordens proibindo civis libaneses de retornarem para mais de 60 aldeias no sul do país, de onde dezenas de milhares de pessoas foram deslocadas pela guerra.

Os bombardeios ocorreram após a milícia libanesa Hezbollah lançar foguetes contra um posto militar israelense, alegando que respondia a violações prévias do outro lado. As ações militares colocam a pausa nas hostilidades em uma posição cada vez mais frágil.

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