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Furacão Melissa atinge categoria máxima e ameaça Caribe; Jamaica esvazia áreas de risco

Com ventos de 260 km/h, tempestade pode se intensificar ainda mais e deve causar inundações catastróficas em países da região

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 out 2025, 09h53 • Atualizado em 27 out 2025, 12h25
  • O furacão Melissa se intensificou e atingiu a categoria máxima na escala, de número 5, nesta segunda-feira, 27, com ventos de até 260 km/h, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês). A tempestade ameaça o Caribe com chuvas catastróficas e enchentes, e o governo da Jamaica emitiu ordens para esvaziar áreas vulneráveis ​​em todo o país, incluindo a capital, Kingston.

    Autoridades jamaicanas já haviam solicitado que moradores de em áreas propensas a inundações buscassem refúgio em outros lugares. Durante uma coletiva de imprensa em Kingston no domingo 26, Desmond McKenzie, ministro do governo local, informou que ambos os aeroportos internacionais foram fechados e que 881 abrigos haviam sido acionados.

    <blockquote class=”twitter-tweet” data-media-max-width=”560″><p lang=”en” dir=”ltr”>Hurricane Melissa intensified to Category 5 strength Monday as it neared Jamaica with up to 30 inches (76 centimeters) of rain and a life-threatening storm surge.<br><br>Melissa is forecast to make landfall on the island Tuesday and cross Cuba and the Bahamas through Wednesday. <a href=”https://t.co/ELlYC1Nne4″>pic.twitter.com/ELlYC1Nne4</a></p>&mdash; The Associated Press (@AP) <a href=”https://twitter.com/AP/status/1982763974006321239?ref_src=twsrc%5Etfw”>October 27, 2025</a></blockquote> <script async src=”https://platform.twitter.com/widgets.js&#8221; charset=”utf-8″></script>

    “Muitas comunidades não sobreviverão às inundações”, admitiu o ministro. “Nenhuma comunidade em Kingston está imune.”

    O primeiro-ministro da Jamaica, Andrew Holness, posteriormente ordenou a evacuação obrigatória de Port Royal, em Kingston, e de outras seis áreas de risco ​​em todo o país, incluindo a Baía de Old Harbour.

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    <blockquote class=”twitter-tweet” data-media-max-width=”560″><p lang=”en” dir=”ltr”>I am at a complete loss for words looking at Hurricane Melissa&#39;s appearance on satellite imagery right now. Meteorological perfection. <a href=”https://t.co/vJfuZsiMYT”>pic.twitter.com/vJfuZsiMYT</a></p>&mdash; Nahel Belgherze (@WxNB_) <a href=”https://twitter.com/WxNB_/status/1982574071184507203?ref_src=twsrc%5Etfw”>October 26, 2025</a></blockquote> <script async src=”https://platform.twitter.com/widgets.js&#8221; charset=”utf-8″></script>

    “Peço aos jamaicanos que levem esta ameaça climática a sério. Tomem todas as medidas para se proteger”, ele havia solicitado anteriormente.

    Na noite de domingo, o Melissa estava a cerca de 205 km de distância de Kingston, e a cerca de 495 km  de Guantánamo, em Cuba, movendo-se a 7km/h em direção oeste. A previsão é de que o furacão provoque 76 cm de chuva na Jamaica e no sul de Hispaniola – Haiti e República Dominicana. Algumas áreas podem receber até 1 metro de precipitação.

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    Especialistas alertam que a combinação entre a rápida intensificação do fenômeno e seu avanço lento é a receita para um desastre natural catastrófico e recorde. O NHC prevê danos extensos à infraestrutura, cortes de energia e comunicação e o isolamento de comunidades na Jamaica.

    “Infelizmente, para os locais ao longo da trajetória projetada desta tempestade, ela está cada vez mais grave”, disse Jamie Rhome, vice-diretor do NHC, que prevê que o Melissa avance por ainda quatro dias.

    Depois do furacão passar sobre a Jamaica, a previsão é de que ele chegue em Cuba no final da terça-feira, 28, onde pode trazer até 300 mm de chuva, antes de seguir para as Bahamas no final da quarta-feira. No último sábado 25, o governo cubano emitiu um alerta de furacão para as províncias de Granma, Santiago de Cuba, Guantánamo e Holguín.

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    A tempestade já matou pelo menos três no Haiti e um na República Dominicana, onde outra pessoa continua desaparecida. Em território haitiano, houve relatos de elevação do nível dos rios, inundações e destruição de uma ponte em Sainte-Suzanne, no nordeste do país. Na República Dominicana, quase 200 casas foram danificadas e a chuva interrompeu sistemas de abastecimento de água, afetando mais de meio milhão de pessoas, além de derrubar árvores e semáforos e deixar mais de duas dezenas de comunidades isoladas por inundações.

    Melissa é a 13ª tempestade a ganhar nome nesta temporada de furacões no Atlântico, que vai de 1º de junho a 30 de novembro. A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA previu uma temporada acima do normal, com 13 a 18 tempestades poderosas e, portanto, batizadas.

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