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Fotos: o megacasamento LGBTQIA+ na Tailândia após aprovação de lei

Nação foi a primeira no Sudeste Asiático a permitir uniões homoafetivas; lei entrou em vigor nesta quinta-feira, 23

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 23 jan 2025, 11h58 •
  • Pelo menos 300 de casais do mesmo sexo se aglomeraram em um evento em Bangkok, capital da Tailândia, nesta quinta-feira, 23, para oficializarem suas uniões, assim que entrou em vigor uma lei que reconhece o casamento LGBTQIA+. Com isso, a nação se tornou a primeira do Sudeste Asiático a dar esse passo.

    O histórico projeto de lei foi aprovado pelo parlamento tailandês em junho do ano passado com esmagadores 130 votos a favor, vindos de todos os principais partidos do legislativo, e apenas quatro contra. Em seguida, foi endossado pelo rei, Maha Vajiralongkorn.

    No centro de Bangkok, ocorreu uma cerimônia coletiva em um shopping local promovida pela organização Bangkok Pride em colaboração para autoridades locais.

    A nova regra concede aos casais LGBTQIA+ os mesmos direitos jurídicos e reconhecimento que os casais heterossexuais, incluindo questões relacionadas a herança, adoção de filhos e tomada de decisões em matéria de cuidados de saúde. Com a nova regulamentação, a Tailândia se tornará o terceiro lugar na Ásia a permitir o casamento gay, depois de Taiwan (2019) e do Nepal (2023).

    Avanços escassos

    A Tailândia torna-se assim uma das exceções numa região que tem sido lenta a conceder direitos à comunidade LGBTQIA+, que lá ainda é alvo frequente de discriminação, preconceito e até violência. O conservadorismo religioso e as leis da era colonial ainda criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo em vários países do Sudeste Asiático, incluindo Mianmar e Brunei.

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    Na Indonésia, o sexo gay não é ilegal, exceto na província extremamente conservadora de Aceh. Mas as pessoas LGBTQIA+ têm enfrentado discriminação generalizada, batidas policiais, ataques e hostilidade aberta por parte das autoridades indonésias e grupos islâmicos em todo o país.

    Na Malásia, a homossexualidade é um crime punível com multas e penas de prisão até 20 anos. Singapura só revogou uma lei da era colonial que criminalizava o sexo entre homens em 2022, enquanto o governo ainda reitera sua oposição ao casamento gay. E o Japão é o único país do G7, grupo das sete maiores economias do mundo, que não reconhece nem uniões civis entre pessoas do mesmo sexo.

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